MANUSCRITOS IV

A face oculta do fracasso

Valentes são o touro e o toureiro, todos na arquibancada são covardes. Esta frase é atribuída ao pintor espanhol Pablo Picasso”, comentou Loureiro, o sapateiro amante dos vinhos e dos livros, enquanto enchia as canecas com o café que acabara de coar. Essa conversa ocorrera havia muitos anos. Na época, eu contava a experiência vivida ao publicar o meu primeiro livro, um romance criminal, com abordagens distintas das que carregam os meus textos hoje. Como todo escritor iniciante, eu acalentara a certeza de que, logo nas semanas iniciais, viraria um best-seller, aclamado pelos leitores e críticos, um desejo comum, embora velado, entre os autores. Porém, não foi isso que aconteceu. Os leitores não demonstraram maior entusiasmo e as críticas foram rigorosas. Algumas bastante duras, até mesmo agressivas, aconselhando a nunca mais escrever uma única linha. Arrasado, eu me recolhi por muito tempo, jurando nunca mais dar a minha cara a tapa. A arena da existência não é um lugar seguro para se viver, eu pensei.

Eu tinha passado quase dois anos dedicados a esse romance. Usava os finais de semana e as horas de folga. Escrevia nas madrugadas. Páginas em troca de horas de sono. Quando considerei a obra terminada, enviei a um amigo, editor dedicado e competente. Ele decidiu por publicar o livro. Contudo não traçou nenhum comentário; na época, não me dei conta da razão disso. Fizemos uma noite de lançamento com dedicatórias e autógrafos. Muitos amigos compareceram para prestigiar. Foi uma festa deliciosa. Nos dias seguintes, aguardei pelos aplausos que não vieram. Nos poucos telefonemas que recebi, havia mais polidez do que empolgação. Em seguida, chegaram as críticas demolidoras. Literalmente, eu tinha a nítida sensação de ter sido destruído. De início, amaldiçoei a humanidade por sua falta de sensibilidade. Fiquei amargo. Depois, censurei a mim mesmo. “Por que me meter a fazer aquilo que nunca fiz?”. Melhor seria me limitar aos afazeres de sempre. Isto tinha que bastar. Entretanto, eu não sabia que somente me basta o que me fazer crescer.

Fiquei vários meses com ojeriza em abrir qualquer livro, pois me remetia ao meu próprio fracasso. Evitei os amigos, pois sentia vergonha de mim e temia por ouvir mais críticas ou, pior, palavras compulsórias de consolo. Sim, o orgulho e a vaidade me corroíam enquanto fingiam me proteger. Eu me sentia o pior dos homens e não queria que as pessoas soubessem disto. Não queria enfrentar isso. Até que viajei de férias. Embarquei em um voo diurno de muitas horas e o sistema de transmissão de filmes no avião estava com defeito. Ao me perceber entediado, sem nada para fazer, uma educada senhora, sentada ao meu lado, me ofereceu um livro para me entreter. Era o meu livro.

Peguei o livro e agradeci. Nada falei sobre a autoria. Ao reler, depois de meses afastado da obra, achei a história pavorosamente mal escrita. A humanidade estava certa, como escritor eu era imprestável. Prometi a mim mesmo que quando retornasse, compraria todos os livros e os colocaria para arder nas chamas de uma grande fogueira. Isto evitaria continuar me expondo diante do mundo. No fundo, não passava de uma cena melodramática para esconder a vontade de apagar o passado que eu considerava vexaminoso.

Comentei com a senhora, sentada na poltrona ao lado, sobre a péssima qualidade do livro. A trama estava mal contada, além de as motivações dos personagens se mostrarem de extrema ingenuidade. Tudo muito pueril. Era uma obra que não valia a pena o tempo investido, comentei. Ela me olhou com delicadeza. A delicadeza é uma virtude poderosa, pois é exercida por aqueles que não admitem qualquer mal a ninguém e, por isto, são cuidadosos no trato pessoal. A senhora discordou: “Penso que não. De fato, o autor se mostrou inábil ao tecer a trama. Contudo, me encantei como aborda a alma dos personagens. Como se, no fundo, eles fossem diferentes do que são. O autor mostra uma vida em potênciaque pode ou não acontecer, a depender somente de cada um deles. Havia uma história escondida dentro da história aparente. Exatamente assim acontece conosco. Quando o romance é ruim, sempre há uma sensível filosofia oculta, como uma semente que precisa forçar o solo, em inevitável esforço para germinar”.

“Somente possível quando rompe a barreira da terra que a esconde e, supostamente também a protege”, a senhora fez uma pausa, como se fosse buscar pensamentos distantes e questionou as próprias palavras: “A terra protege a semente de quê? Da vida? De continuar semente sem nunca se transformar em árvore? Será mesmo uma proteção? Ou seria uma fuga? Do que vale a existência sem arriscarmos a ser tudo aquilo que podemos ser?”. 

Em seguida retomou o raciocínio: “Ao rasgar o solo e a própria casca, a semente, em busca pela vida, conhece o sol. Então, tudo muda. A escuridão do subsolo não mais a interessa. Entretanto, também se expõe aos predadores do mundo. Ela vai precisar de ousadia e coragem para continuar a crescer e, um dia, se transformar em flor e fruto”. Tornou a pausar antes de concluir: “Caso contrário, sem sair do esconderijo, não conhecerá todas as suas possibilidades; negará a si mesma. Morrerá semente”. 

Por fim, a senhora concluiu: “Tive a nítida sensação que o autor contou uma história quando, sem perceber, queria falar sobre algo diferente. É um escritor em busca da própria história”. Aquelas palavras tocaram o meu coração, mas nada falei. Nenhuma confissão fiz quanto a não ter pensado em nada daquilo quando escrevi o livro. Eu pouco, ou mesmo nada, sabia sobre o assunto no qual ela dizia ter sido abordado, de modo subliminar, na obra. Ela via algo em mim que eu não sabia existir. Era a minha vida em potência.

Passei as férias amadurecendo aquelas palavras. À noite, quando retornava dos passeios, comecei a escrever sobre a frustação que sentia e o medo de prosseguir. Sobre as feridas abertas pelas críticas, que abordavam não apenas os evidentes equívocos da criação, mas sugeriam maldosamente os defeitos do seu criador. Como se nada de bom existisse. Naqueles dias, havia um enorme receio até mesmo para emitir uma simples opinião sobre qualquer assunto, tamanho era o pavor de me expor. Escrevi sobre as minhas dúvidas e anseios. Como uma terapia, escrevia na tentativa de me entender. 

Foi quando uma amiga me enviou os originais do seu livro de poesia. Seria também o seu primeiro livro e pedia para eu analisar antes de mandar para as editoras. Ainda com resquício de rancor, li as poesias com as amarguras que restavam no meu coração. Cheguei a escrever uma crítica dura ao trabalho dela. Antes de mandar, em momento de rara luz, me dei conta que aquele rigor não passava de uma mera e tola vingança. Não a ela, mas ao mundo. Foi quando entendi o quanto de amargura pessoal existe em cada crítica, dos olhos opacos de frustação em relação a própria vida que impedem de perceber a beleza existente nos outros. Percebi que uma crítica nunca pode ter força para destruir ninguém. Se houver sarcasmo, maldade ou ironia, tenha compaixão; pois remete ao coração do crítico, não ao trabalho em si. Fala mais sobre azedume da alma do crítico do que os eventuais equívocos da obra. De outro lado, se for justa, apontarão uma direção ou irão sugerir uma boa estrada. Então, aproveite para se aperfeiçoar. Assim são com os elogios. Muitos são apenas por polidez, não se entorpeça com eles; contudo, comemore aqueles que entender honestos. Isto serve para todos os momentos e aspectos da vida.

Reli as poesias, agora com a pureza da alma. De fato, eram lindas! Com sinceridade, escrevi isto à poetisa. Aos poucos, eu voltava a respirar ar puro, somente possível quando reencontramos a própria beleza.

Algum tempo depois, procurei pelo editor. Questionei o motivo pelo qual ele resolvera publicar o romance. Pela sua experiência, deveria saber da baixa qualidade da obra. Com a mesma delicadeza da senhora do avião, explicou: “Publiquei para você entender qual escritor existe dentro de si mesmo”. Em seguida, fez um comentário parecido com o dela, sobre haver uma vida em potênciana existência de todos os personagens. Logo, de todas as pessoas. “Você escreveu um romance, no entanto, fiquei com a nítida sensação de que há outra história a ser contada”. De imediato, retirei da mochila o caderno em que eu escrevera as reflexões de férias. O editor nem ao menos o abriu. Apenas o colocou com carinho sobre a sua mesa e prometeu me dizer a sua opinião mais tarde.

O editor faleceu algumas semanas depois sem que voltássemos a nos falar. Passado uns meses, encontrei com o seu filho, um jovem culto e educado como o pai. Ele me disse que, ao arrumar as coisas do pai, encontrara um caderno com anotações, que acreditava, destinadas a mim. Alguns dias depois, recebi os papéis. Entre eles, o meu caderno. Trazia várias correções gramaticais e uma anotação final, escrita em letras garrafais:Toda alma nua diante do espelho tem o fascínio da criação e do Criador!!!!!!Assim mesmo, com muitos pontos de exclamação.

Foi quando decidi estudar filosofia e metafísica. Um pouco de psicanálise também. Não por acaso, conheci o Velho, Canção Estrelada, Li Tzu e o Loureiro, luzes que me ajudaram e ajudam a entender quem sou e quem ainda não sou. A compreender as minhas sombras e como fazer para transmutar cada uma delas em luz. Isto é primordial para conhecer a mim mesmo, o mundo, dar sentido à vida e acender a minha própria luz. Cada dia com um pouco mais de intensidade. A estrada não tem fim.

Foi fundamental para perceber a potência existente em toda alma. Para se desenvolver é necessário sair da arquibancada da existência e bailar na arena da vida. É necessário dar a cara a tapa, se expor às críticas, frustrações e até mesmo a inevitável maldade; coragem e ousadia são indispensáveis. Apenas na plateia, não há como viver as transformações e evoluir. Há que se assumir o protagonismo do próprio destino.

Há os que anseiam por asas; existem os que confeccionam estilingues. Estes nunca se arriscam em voo. Acreditam saber tudo sobre a beleza de voar, sem nunca terem se lançado ao ar sobre o abismo da existência. Sem admitir, ou sequer entender, sofrem com as frustações nascidas no vazio daquilo que poderiam ter sido, mas não ousaram a ser. Então, devolvem o sofrimento através dos tiros de erudição que disparam; precisam acreditar que são donos de si, mesmo sem saber quem são. Encastelados, nunca serão abatidos em voo, entretanto, jamais conhecerão a alegria de voar.

Pedra ou pássaro? Eis a questão. Em verdade, a escolha é sua.

Estudava e refletia sobre as questões da alma até quando trabalhava. Passei a levar um pequeno caderno e um lápis no bolso da calça para todos os lugares, evitando esquecer um pensamento ou ideia que me ocorresse. Escrevia, escrevia e escrevia. Depois, escrevia um pouco mais. Escrever se tornou um ritual pessoal de luz e proteção. Entendi que, para mim, escrever trazia a exata sensação de entrar em um templo. Passei a frequentar esse templo todos os dias.

Por sugestão de uma das minhas filhas, criei um blog para publicar os meus textos. Ao contrário da expectativa anterior, quando do lançamento do romance, não mais importava ou desejava virar um best-seller. Vencer não é chegar em primeiro lugar. O sucesso está na leveza de apenas ser você mesmo, de viver o sonho e o dom, ainda que sob as chuvas fortes das rejeições. A vitória reside em olhar para si, mesmo encharcado pela tempestade, e ter motivos para sorrir. 

Escrevia com a sensação de um sobrevivente que lança ao mar uma garrafa contendo um bilhete. Talvez ninguém lesse. Não importava, eu escrevia para mim. Isto, sim, me bastava. Era o meu caminho para encontrar um mestre, aquele que se esconde no âmago de todas as pessoas. 

Certo dia, eu estava na pequena vila chinesa, em meus estudos sobre o Tao Te Ching, quando recebi uma breve mensagem de um dos pouquíssimos leitores que acompanhavam as minhas novas histórias pela internet. Em resumo, ele dizia que as minhas palavras tinham evitado o seu suicídio e o fizeram recuperar o gosto pela vida. Comentei o fato com o Li Tzu. Ele me disse: “Ainda que ninguém mais leia os seus textos ou aprecie as suas palavras, acredite, já valeu a pena. O Tao ensina que quem resgata uma alma salva o mundo”. 

Manifestei o meu estranhamento. Ressaltei que eu nunca fizera qualquer abordagem sobre a questão do suicídio. No texto referido pelo leitor, eu apenas ressaltara a importância do amor como pedra angular de transformação. Li Tzu deu de ombros e sorriu em resposta, como quem diz: “Entendeu agora?”.

Neste dia, com os olhos marejados, agradeci a doce senhora que, no avião, viajou na poltrona ao lado. Um anjo que não me deixou desistir e me emprestou um facho da sua luz para eu encontrar a minha. Eu nunca mais a vi nem sei o seu nome. Claro, houve outros anjos. Um deles foi o editor, com o seu olhar profundo e dedos longos, por me ajudar a rasgar a armadura, enxergar o sol e a construir um amanhã que, naquele momento, eu não conseguia vislumbrar.

Não podia deixar de agradecer a um grande mestre por ter transformado e iluminado a minha vida: o fracasso. Ele não acontece para determinar um fim, mas para sinalizar uma curva. Então, a possibilidade de uma estrada iluminada, aquela que o leva a encontrar consigo mesmo. Em verdade, as coisas dão errado para que possam dar certo.

Pedras ou pássaros? Eis a questão. Em verdade, as pedras ensinam os pássaros a voar mais alto. 

Embora a afirmação seja verdadeira, não basta. Não se deve dividir ou classificar corações. O mundo precisa de todo o mundo. As sementes precisam romper a casca para crescerem ao sol. 

Pedras ou pássaros? Eis a questão. Em verdade, pedras são apenas pássaros que ainda se recusam a voar. 

Se faz necessário que cada um, no expoente da sua singularidade, ao seu passo, gosto e jeito, possa se expor ao fracasso. Então, conhecer a própria beleza. Com ela, as asas.

O fracasso é um maravilhoso fator de transformação. Um importante aliado no bom combate, jamais um inimigo. Ele nos mostra a estrada escondida, a potência da alma, a parte oculta a espera de descoberta e desenvolvimento. O seu dom e sonhos; revela o Caminho. Não os dos desejos do ego, porém, dos anseios da alma. Nela, a sua luz.

Imagem: Janet Hasting – dreamstime.com

29 comments

Joane Faustino Araújo maio 27, 2019 at 4:14 pm

Encontro luz sempre q leio… gratidão ❤️🌹

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elvis maio 27, 2019 at 6:14 pm

Como sempre mestre, simplesmente surpreendente. Parabéns, muitas vezes as críticas nos impedem de voar, felizmente você não se deixou abater e nos brinda semanalmente com estas perolas de luz.

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Marilin maio 27, 2019 at 6:28 pm

Boa tarde, Yoskhaz.

Depois que eu descobri seu blog através de uma amiga que publicou algo nos stories do Instagram, eu não sou mais a mesma. Eu já estava em busca do.autoconhecimento e ainda estou, porém depois de ler seus contos muito bem contados, eu mudei, melhorei e tenho buscado melhorar a cada dia. Estudo Kabbalah, agora vou ler mais sobre o Tao, e buscar cada vez mais minha evolução espiritual.
Sou grata pelo seu blog, sou grata pelo seu caminho que te fez escrever esse blog e grata por você existir. Obrigada!! 🙂

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Douglas maio 27, 2019 at 8:55 pm

Texto incrível
E sempre leio que sai um texto novo
Seus texto são raios de luz que ajuda e muito
Sou muito grato

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Aline Lellis maio 27, 2019 at 10:20 pm

Delicado texto

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Fernando Machado maio 28, 2019 at 6:34 am

Obrigado irmão de luz e das estrelas, minha alma vibra a cada texto, textos que farão parte de cada dia dessa minha existência com toda certeza…Você mudou minha vida Yoskhaz

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Thiago José Teixeira maio 28, 2019 at 8:45 am

Obrigado …

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Michelle maio 28, 2019 at 10:10 am

“…Pedras ou pássaros? Eis a questão. Em verdade, as pedras ensinam os pássaros a voar mais alto.

Embora a afirmação seja verdadeira, não basta. Não se deve dividir ou classificar corações. O mundo precisa de todo o mundo. As sementes precisam romper a casca para crescerem ao sol.

Pedras ou pássaros? Eis a questão. Em verdade, pedras são apenas pássaros que ainda se recusam a voar…”

❤️🌹

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Domingos M. Júnior maio 28, 2019 at 11:57 am

” Vencer não é chegar em primeiro lugar. O sucesso está na leveza de apenas ser você mesmo, de viver o sonho e o dom, ainda que sob as chuvas fortes das rejeições. A vitória reside em olhar para si, mesmo encharcado pela tempestade, e ter motivos para sorrir.

Escrevia com a sensação de um sobrevivente que lança ao mar uma garrafa contendo um bilhete. Talvez ninguém lesse. Não importava, eu escrevia para mim. Isto, sim, me bastava. Era o meu caminho para encontrar um mestre, aquele que se esconde no âmago de todas as pessoas.”

Eu me sinto muito feliz em ter encontrado uma garrafa com um bilhete dentro !!!!!!!
Significa muito para mim…

Você possui um dom muito precioso.

Já lhe disse algumas vezes e vou repetir… Oxalá um dia possamos nos encontrar para uma boa prosa acompanhada de uma caneca fumegante de café. (rsrsrs)

Obrigado, Mestre Yoskhaz!

Um fraternal abraço.

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Lara Machado maio 28, 2019 at 12:52 pm

Acomapanhei você por muito tempo no face, porém me afastei desse canal. Que bom que descobri o blog!!!!! Obrigada!

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André Filipe maio 28, 2019 at 1:13 pm

Obrigado amigo, mais um vez muito obrigado, sou agradecido de coração pra cada uma de suas belas palavras, por tece-las com amor e sabedoria!

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Luis Fernando de Brito Duarte maio 28, 2019 at 2:47 pm

Depois que comecei a ler seu blog, devorei os textos extemporâneos, leio sempre que sai um novo, e leria diariamente, caso assim fosse seu sistema de publicação. Estudo filosofia e budismo, vejo que o abismo não deve ser temido, e sim entendido com toda a potência de ser Aquilo que é devido. Sou grato por ser contemporâneo de uma singularidade tão especial quanto a tua, parece que nossas almas se encontram a cada palavra sua que eu leio, é impressionante como os textos chegam no momenro oportuno, sinto que através de você também ganhei novos mestres, e buscarei dia após dia me conhecer, para que ao me tornar uma pessoa melhor possa iluminar o caminho de quem vier em seguida.

Gratidão.

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Rosana maio 28, 2019 at 10:04 pm

Yoskhaz seu lindo, amo você!

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Karllus Marcelo maio 28, 2019 at 10:15 pm

Grato pelo café Yoskhsz.Delicioso!

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Eduardo Mantovani maio 28, 2019 at 11:45 pm

Isso me ajufou muito também,muito obrigado pela reflexão!!!

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Tiago Ferreira maio 29, 2019 at 12:07 am

Amo esse cara, rsrsr Yoskhaz como vc já tinha dito, “os dedos do universo são longos…” Obrg por existir rsrsr amo essa vida as coisas e pessoas que descubro a cada dia, tbm me amo kkkkk

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Paola maio 29, 2019 at 12:22 am

Parabéns pelos textos! Sou professora de Yoga e as vezes leio trechos ou procuro sintetizar algumas partes dos seus textos para os meus alunos, como reflexão no final da aula. Eles amam! E eu também. Gratidão, você é muito talentoso e emite muita luz com seu talento.

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Leandro Moller maio 29, 2019 at 6:20 pm

Belo texto Yoskhaz! Deverias ter dito qual o nome deste livro para os leitores do blog lerem com a ótica de quem já tem uma pequena ideia de como funciona tua mente.

Já li todos os textos desse site, penso em comprar os três volumes para dar de presente ao meu pai, e sigo recomendando para potenciais leitores!

Já me ajudou muito ler esses textos, ainda bem que as sombras não dominaram as suas escolhas na época em que pensou em desistir de escrever!

Um grande abraço!

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Adélia Maria Milani maio 29, 2019 at 10:23 pm

Gratidão! ♡ ☆ ♡

Minha alma está aprendendo a voar com seus ensinamentos,!

Sou um pouquinho melhor após cada texto. Por favor, não deixe de iluminar meu caminho♡♡♡

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Terumi maio 29, 2019 at 11:22 pm

Gratidão!!!🙏

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Ale Bombachi maio 31, 2019 at 11:11 am

E o Pai Consciência Universal traz de Presente este texto, em um dia 31/05 – Muito Especial em Minha Caminhada.

Após 6 meses acompanhando e aprendendo muito com seus textos, eis que justamente hoje leio como foi o início de sua caminhada até chegar nesse Blog.

Gratidão ao Pai por estar aqui, Agora, e fazer parte disso tudo.

E Gratidão à você, pela Luz e Partilha!

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Adriana Dinoá junho 5, 2019 at 4:21 pm

Você é um ser iluminado..Obrigada por existir em minha vida…✨🙏🏻✨

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Rayane Dayara de Souza Melo junho 23, 2019 at 11:10 pm

Os seus textos e blog mudaram e continuam mudando minha vida. Encontrei-os no momento que eu mais precisava da minha vida e maior parte do meu crescimento espiritual se dá por conta dos seus ensinamentos. Gratidão

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renata junho 29, 2019 at 12:54 pm

Sempre me emociono com suas historias. Maravilhoso poder saber um pouco da sua historia em particular. adorei! q bom que vc ‘fracassou’ contando romances criminais, dessa maneira pude ser tocada por vc e a cada texto transformada um pouqiunho, com sua sensibilidade e modo de ver o mundo e as pessoas.

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Cláudia Gomes julho 5, 2019 at 5:26 am

Em meio a dor e sofrimento, guiada por uma força sobrenatural conheci seus textos, foram eles alento para minha minha alma,conforto para meu coração, refúgio nas noites sombrias. Esteja certo, seu amor em forma de palavras, por vezes me curou. Gratidão por sua existência

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Maria Vanessa da Silva Lima setembro 20, 2019 at 11:51 pm

Que texto maravilhoso! Me faz tão bem… Você é incrível!! ♥️♥️

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Cristina Paulini Coelho novembro 27, 2019 at 8:33 am

Me emocionei muito. Seus textos são maravilhosos, de muito aprendizado e na voz da Paula são perfeitos. Sempre compartilho com amigos e sempre tem alguém que diz que era td q precisava ouvir naquele dia. Vc e a Paula são luz na vida de muitas pessoas. Gratidão aos dois

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Humberto novembro 27, 2019 at 2:38 pm

As características atômicas da última camada de valência responde o texto… A física newtoniana seca hoje mais bem explicada poeticamente nas questões das reais possibilidades na física quântica explica melhor como é o pensamento, imaginação e o raciocínio… Processo de variação constantes onde perdas e ganhos de elétrons constroem e dissolvem tudo pelo eletro magnetismo no micro e sempre presente em todos nós no macro… Nada de ateísmo, teísmo ou agnósticos e com isso… Mas comparada as mesmas forças atuantes em grandes astros com o sol e essa linda lua sobre nossas cabeças redirecionado as marés como exemplo essas forças invisíveis e tantas outras… Explicam muitas outras questões físicas e fazem o pulsar de nossas vontades sem ao menos percebermos… Distraídos e ligados na versão terráquea saboreamos nossas vidas pelos pontos positivos (cargas positivas)….Outros por pontos negativos (cargas negativas)… Programados fomos para ter prazer e alegria e então cada um com suas forças e fraquezas constrói o muro social que deseja com as cargas neutras do livre arbítrio que nos foi oferendado!!!… O bom texto “INDIGNADO” esclarece pontos onde no âmago da questão e a desculpa de cada um de nós pode chegar com as pequenas e grandes ações para um pior ou melhor desempenho da vida privada e social e assim colaboramos em qualquer parte do planeta que estejamos…Figura como centro a violência de todas as formas… Somos sentimentos e controlá-los é o de entra a questão maior… Química, energia e arbítrio em confronto e o expectador sentado na janela da nossa consciência buscando a razão de tudo existir… Sim a beleza da vida pra mim é essa… Lindo o texto e de sabedoria ímpar… O arbítrio a favor da luz…

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Marcelo Augusto G. de Souza junho 16, 2020 at 2:28 pm

Que maravilha de texto!!
Somos eternos aprendizes! Incluindo ai o dotado de sabedoria! O infinito é invisível! Cada frase, um aprendizado, e segue-se em colocar em prática o que vamos aprendendo ao longo de nossa caminhada.

Gratidão! Saúde e paz!

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