MANUSCRITOS VII

A próxima viagem

Alegrei-me ao ver a bicicleta encostada no poste em frente à oficina. Uma bonita mulher, com a idade próxima à minha, já com os cabelos brancos, alta, não muito magra, cujos olhos castanhos com filetes amarelados expressavam vivacidade e mistério, embora naquele momento me transmitissem alguma tristeza, atravessou a rua e chegou à porta do atelier junto comigo. Fizemos o mesmo gesto com as mãos para que o outro entrasse na frente. Nenhum dos dois saiu do lugar. Rimos. Insisti, Sofia aceitou a delicadeza, entrou e eu fui atrás. Esse era o nome de uma das irmãs de Loureiro, o sapateiro amante dos vinhos tintos e livros de filosofia, cuja mestria era alinhavar ideias com a mesma habilidade com que costurava bolsas e sapatos. Ele sorriu com a nossa chegada. Beijou as faces da irmã com carinho e me deu um forte abraço. Naquele dia, o encontro fora uma coincidência. Eu conhecera Sofia, havia alguns anos, no casamento de uma das sobrinhas de Loureiro, filha de outra irmã. Desde então nunca mais tínhamos nos encontrado. Ela me chamara atenção na época. Uma mulher alegre, com um jeito peculiar de pensar e viver. Lembro que fiquei impressionado com a sua narrativa.  Ela nos contou sobre a colheita de trufas, fungos bastante apreciados na gastronomia. Por serem alimentos selvagens que brotam debaixo da terra, nas raízes dos carvalhos e das nogueiras, encontrá-los é uma arte a parte. Exige experiência, dedicação e, acima de tudo, intuição. Sofia era trufeira. Ela morava em um sítio próximo a uma floresta. Todos os anos, de agosto a novembro, com a ajuda de cães adestrados, saía na busca por esses fungos valiosos que brotam sem aviso e ao acaso como manifestação e oferenda gentil da natureza indomável. Após farejada a iguaria, era preciso escavar com extremo cuidado, de maneira a colher a trufa sem a danificar para que o preço não fosse afetado. Os melhores caçadores são bajulados pelos chefs de cozinha dos restaurantes mais renomados do planeta, sedentos pelo ingrediente capaz de oferecer um sabor sem igual aos seus pratos. Há um rico mercado em torno do produto, levando as trufas de melhor qualidade a serem arrematadas em concorridos leilões. Não existem escolas para formar trufeiros; trata-se de uma habilidade inata. Sofia tinha o dom; parecia ter uma máquina de fabricar trufas. No resto do ano, em parte, ela viajava; na outra, se divertia escrevendo romances jamais publicados. Nunca deixara ninguém ler os seus textos. Escrevia somente para si as histórias que gostaria de ouvir, como quem se permite ser criatura da própria criação. Poucas mulheres me pareceram tão fascinantes. O inusitado e o mistério produzem um incrível fascínio. Uma beleza exótica de corpo e alma. Assim era Sofia.

Naquele dia os seus olhos tristes me desconcertaram. A sua beleza estava maculada. A parte mais importante, aquela que brota no fundo da alma – tal como as valiosas trufas que germinam secretamente sob a superfície –, desaparecera. Ela aguardou que Loureiro colocasse três canecas com café sobre o balcão e disparou uma frase emblemática: Estou muito zangada comigo por só fazer coisas que não quero fazer.

Sacudi a cabeça como quem diz não acreditar naquelas palavras. Não fazia qualquer sentido para mim. Nada poderia haver de errado em uma vida tão interessante como a dela; um estilo de aproveitar os dias cobiçado por muitas pessoas. Como se para corroborar as minhas impressões, ela disse que adorava ser trufeira e sentia prazer em morar no sítio. Gostava da independência financeira proporcionada pelo comércio das trufas, assim como da autonomia de trabalhar por conta própria. No mais, aproveitava alguns meses do ano para viajar, quando a quietude da casa era substituída pela agitação dos passeios e da convivência com a família. Um perfeito equilíbrio, afirmou. O sapateiro comentou: “Na aparência, a vida parece em equilíbrio; na essência, não resta dúvida, habita muita incompreensão. Terá de ir até a origem do nó que a amarra; ele a impede de usufruir o melhor, seja de si mesma, seja da vida. Esta é a sua próxima viagem. Somente ao desamarrá-lo tornará a se sentir livre. Liberdade é fluir pelos dias na última fronteira conhecida pela sua verdade; sem máscaras, enganos, mentiras e medos”.

A irmã disse precisar de ajuda. Não conseguia identificar a causa da sua insatisfação. Tinha projetado um estilo singular de existência, de modo a atender todas as exigências que entendia necessárias para que fosse feliz e vivesse em paz. Nada nem ninguém a atrapalharia. Tinha alcançado todos os quesitos almejados. Por muitos anos, se sentiu inteira e plena. Agora, não mais. O sapateiro franziu as sobrancelhas e disse: “Ideias e sentimentos, ao modo como a percepção e sensibilidade pessoal elaboram as experiências vividas, estabelecem aquilo que denominamos de realidade, que se transforma com uma simples mudança de olhar. Apesar das condições, muitas vezes adversas, a realidade precisa conter os substratos capazes de fazer florescer a felicidade, a paz, a dignidade, o amor e a liberdade; do contrário, significa que ainda não entendemos a melhor realidade possível e, assim, a desperdiçamos”.

Sofia pediu para que explicasse melhor. Loureiro exemplificou: “Dois viajantes atravessam um abismo se utilizando da única ponte que existe no local. Embora a experiência física seja mesma, os resultados nem sempre serão iguais. Dependerá de como cada um observará a travessia, assim como as conclusões que irá elaborar do acontecimento. Um pode se encantar com a beleza e a alegria proporcionadas pela superação do obstáculo, mesmo com os riscos envolvidos, enquanto o outro, dominado pelo medo e a tensão causados pelo perigo de uma queda iminente, ficará traumatizado. Tanto que, assustado, apesar de ter conseguido, de uma próxima vez talvez prefira se deixar deter pelo abismo; o medo o convencerá da mentira de que a estagnação é um castelo inexpugnável. Para um, a experiência representou as asas indispensáveis ao voo de superação do obstáculo; para o outro, serviu para erguer um enorme e sólida muralha que não o deixará nunca mais sair do lugar. Sempre haverá narrativas e conclusões contraditórias de uma mesma situação. Para um, o risco e o inusitado serão vistos como um desafio; para o outro, sinalizarão um impedimento. Mesmas experiências produzem diferentes realidades”. Bebeu um gole de café e ponderou: “Toda criação realizada universo adentro se reflete na realidade da criatura mundo afora. Inexoravelmente”.

Fez uma pequena ressalva: “É importante não confundir desafios com provocações. Desafios são oportunidades de crescimento interno capazes de me levar para além de quem eu sou; em suma, uma relação clara, serena e saudável que tenho com a minha essência. Provocações são convites a agigantar a vaidade e o orgulho, a raiva e a mágoa, capazes de me deixar aquém de quem poderia me tornar; um relacionamento conturbado comigo mesmo e, por consequência, com o mundo, no esforço de esconder minhas fragilidades e incompletudes”. Fez um gesto com as mãos como sinalizasse uma bifurcação e ponderou: “Qualquer situação pode se apresentar como um desafio ou provocação. Sou eu quem determina os fundamentos intrínsecos que irão me mover ou aprisionar”.

A trufeira disse compreender o conceito. Ela traçara cada detalhe da rota na viagem que planejara fazer nessa existência. Atravessara mil pontes, sem nunca se deter diante de nenhum abismo. Fora feliz durante a jornada; chegara ao destino desejado. Conquistara a independência financeira, possuía a autonomia de não ter patrão nem funcionários; tampouco marido, para não ter que se adequar a rotina e manias de outra pessoa. Bastavam-lhe os romances pontuais. Vivia na quietude de um sítio à beira da floresta com os seus livros e cachorros que tanto amava. Os filhos, que saíram cedo de casa para estudar e trabalhar, estavam bem; os netos eram saudáveis. Todos os anos os visitava; também viajava para conhecer e revisitar muitos lugares, rever e fazer amigos. Dentro dos planos que definira para si, tinha uma vida perfeita. Contudo, agora se sentia contrariada em fazer coisas que antes eram fontes de pura felicidade. Algo estava errado, mas não conseguia identificar o que era.

“O que ficou esquecido lá trás?”, Loureiro a questionou. Sofia disse que talvez não tivesse entendido a pergunta. O irmão esclareceu: “Na ânsia de chegar ao destino, deixamos para trás valiosos tesouros. Na maioria das vezes, à época, nos falta noção de como são relevantes. Achamos que podemos prescindir da essência; entendemos pouco sobre as genuínas prioridades; vamos em busca de conquistas que, embora tenham valor, estão em escala secundária de importância. Ao inverter valores, os melhores destinos se tornam inalcançáveis. Nada do que é essencial pode restar esquecido; a alma viverá desassossegada. É importante voltar para buscar o que ficou para trás enquanto ainda há tempo”. A irmã disse não saber o que poderia ter ficado para trás. O artesão comentou: “Esse é o nó que amarra a sua paz e felicidade; essa é a questão que a faz, neste momento, ser um lugar desconfortável para morar em si mesmo. Faz-se necessário encontrar a parte que ficou abandonada; até pouco tempo ela não fazia falta, mas agora grita para ser resgatada”.

Sofia quis saber que parte era essa. Loureiro sacudiu a cabeça: “Não tenho a menor ideia”. Bebeu um gole de café e disse: “Sei apenas que ela existe. Tudo que nos causa desconforto, fugimos da responsabilidade; tudo que nos acreditamos incapazes de conquistar, mentimos sobre a sua importância. Aceitar os enganos é uma bonita plataforma de embarque para uma fantástica viagem rumo às plenitudes. Com o amadurecimento, mudam os tesouros. Aquilo que era secundário, ou aparentemente nos atrapalhava, se torna ouro; não para o bolso, mas para enriquecer a alma.  Para encontrar o pedaço perdido será preciso vontade, pois, o querer move a vida; coragem para se transformar através do arrependimento dos seus equívocos; e, por fim, amor-próprio. Indispensável a busca incessante do melhor para si”.

Sofia disse sim com a cabeça. Sabia do que o irmão falava. Acrescentou que era por isso que estava ali. Era capaz de entender que havia uma porta que a permitiria sair do labirinto existencial que ela própria criara. Sempre há. Porém, não conseguia vê-la. Confessou que precisava de ajuda. Loureiro segurou nas mãos dela com carinho e disse: “Não importa se moramos em um sítio florido longe da agitação da cidade ou se ocupamos um pequeno apartamento cinzento distante da quietude do campo; em verdade, cada pessoa mora dentro de si mesma. Tudo mais é somente decoração e paisagem. A paz e a felicidade são conquistas pessoais, apenas possíveis quando desmanchamos as incompreensões, raiz oculta onde brotam os fungos dos medos e sofrimentos, das fragilidades e desequilíbrios, ingredientes vulgares a temperar com gosto amargo o nosso cotidiano. Se eu não construir um lugar agradável para viver no meu coração, não conseguirei desfrutar das maravilhas da vida. Toda reta será torta, todas as cores serão sombrias. Ninguém vive bem sem que a mente esteja clara e o coração sereno”.

Loureiro quis saber se a irmã ainda mantinha a rotina de meditar e orar diariamente. Sofia respondeu que fazia isso todas as manhãs. Ele perguntou: “Nesses momentos, tem algum pensamento que seja recorrente?”. A trufeira disse que, nos últimos tempos, sempre vinha a imagem dos filhos e netos com muita intensidade. Embora soubesse que eles estavam bem, tinha uma preocupação crescente com a família. O sapateiro questionou: “Se eles estão bem, qual a razão para tanta preocupação?”. A irmã falou que vinha tentando não pensar tanto neles, mas estava cada vez mais difícil. Não sabia explicar a razão dessa ideia se mostrar tão invasiva nos momentos que reservava para celebrar a vida consigo mesma. Loureiro a alertou: “Não reprima nem sufoque, ao contrário, abrace. Você está diante de uma oportunidade de cura; de se entender, de refazer a sua rota”. Sofia pediu para ele explicar melhor. Ele esclareceu: “Enquanto relegada, a alma habita no inconsciente. Nos poucos momentos em que pode ser ouvida, dialoga com a mente através de ideias insistentes na tentativa de mostrar as suas incompletudes e feridas. Quando a comunicação se torna impossível, manda sinais de insatisfação através do coração; nada parecerá bom, apesar de estar tudo bem. Tudo que nos falta é aquilo que ainda não compreendemos. A alegria desaparece com a incapacidade de enxergar a beleza que nos habita. Os dias se tornam complicados, pequenas poças se tornam intransponíveis por aparentarem o tamanho de um oceano. Ficamos zangados por fazer coisas que não queremos fazer, como você disse quando entrou na oficina, mesmo quando são coisas que gostamos de fazer”.

Sofia pediu que continuasse. Loureiro ponderou: “De todas as histórias que você escreveu, a mais interessante aos olhos do mundo foi a vida que construiu para si. Um modelo ideal, cobiçado por muitas pessoas, em uma mistura de ingredientes irresistíveis como independência, autonomia e bucolismo. O que há de errado? Absolutamente nada. Salvo o que deixou para trás para alcançar o seu objetivo”. Colocou a caneca de café sobre o balcão, deu de ombros, e disse: “Vive-se bem sozinho, mas não se vive bem sem amor. Amar pessoas é o que há de mais sagrado e sublime. Há os amores que passam e existem os amores fundamentais. Cada vida, uma história. Não se encontra duas iguais. No seu caso, me refiro aos filhos e netos”. A irmã discordou. Disse que os visitava uma vez por ano. No mais, eles tinham os seus afazeres. Tinha que ter a parcimônia para que a sua presença não os atrapalhasse em suas atribuições rotineiras. Amava-os e era amada por eles.

Loureiro balançou a cabeça e afirmou: “Não tenho a menor dúvida disso. Sei do amor envolvido. Contudo, breves visitas não estruturam bons relacionamentos, assim como poucas linhas são insuficientes para escrever um grande romance. O amor exige convivência e intimidade para que as suas raízes se firmem. Do contrário, as relações se manterão frágeis e superficiais. É disto que a sua alma sente falta e grita. Refiro-me ao amor profundo, apenas possível quando compartilhamos alegrias e desafios; compromissos e responsabilidades; conquistas e perdas. O amor acontece nas banalidades, seriedades, conflitos e cumplicidade do dia a dia”. Bebeu mais um gole de café antes de prosseguir: “Um amor que não foi levado em conta quando você desenhou o seu estilo de vida.  Está na hora de ir buscá-lo. Esta é a porta do labirinto. Essa é a próxima viagem”.

Uma lágrima sincera escorreu pelo rosto de Sofia. Ela sabia do que o irmão falava; ele falava a verdade. Sem pressa e sem palavra, esvaziou a caneca de café. As ideias procuravam prateleiras mais adequadas na mente, os sentimentos se arrumavam nas gavetas do coração, de modo que, a partir daquele momento, pudessem ser usadas com mais facilidade. Foi a trufeira quem rompeu o silêncio. Falou não entender como não sentiu falta disso antes. Loureiro explicou: “Somos como um complexo quebra-cabeças de mil partes; a ausência de um único pedaço compromete o todo. Houve um tempo que essa peça parecia já integrada na montagem. Mas não estava”. Sofia disse ter vivido uma existência pelo avesso. Loureiro não permitiu que a irmã caísse na esparrela da culpa: “Menos, não há necessidade de se maltratar. Trate-se bem, seja doce consigo mesma. Sempre. Sem enxergar o quebra-cabeças por inteiro é impossível notar que falta uma peça. Ninguém consegue. A maturidade permite, pouco a pouco, a visualização de áreas cada vez maiores da nossa própria construção. Em diferentes aspectos, isso acontece na vida de todas as pessoas. Sem exceção. Não existe necessidade de amaldiçoar a sua trajetória. Aliás, a sua história é linda. O que precisa é encontrar um jeito de resgatar o amor esquecido. Sem dramas nem remorsos. A maturidade é uma importante escala da jornada que, para seguir rumo ao destino, exige uma revisão na rota”.

Desconcertada, Sofia pediu mais uma dose de café. Precisava raciocinar. Saboreou a bebida enquanto elaborava os detalhes práticos da próxima viagem. A colheita de trufas durava apenas quatro meses; alugaria um apartamento no bairro que os filhos e netos moravam na cidade para estar próximo a eles no restante do ano. Participaria mais do cotidiano da família. Por instantes, receou que a mudança não fosse bem-vinda, eles estavam desacostumados à sua presença de forma constante e intensa. Embora houvesse amor, a convivência exigiria habilidade para que, na convergência de diferentes personalidades e temperamentos, a harmonia prevalecesse. Receou não ser capaz de lidar com esse desafio. Loureiro a tranquilizou: “Não se preocupe. Embora possa haver alguma estranheza no início, e até mesmo pequenas rusgas, essas situações são naturais quando a convivência se torna parte da rotina. O pior de cada pessoa desponta, mas o melhor também. O amor, ora é fruta doce ao alcance fácil das mãos, ora são fungos raros escondidos nas raízes profundas de algumas árvores”. Piscou o olho para a irmã como quem revela um segredo e encerrou: “Você é uma trufeira, saberá o melhor jeito de o encontrar”.

Sofia tinha o rosto banhado em lágrimas. Emocionada, tentou agradecer ao sapateiro, mas os seus lábios não conseguiram pronunciar palavra. Nem precisava. Trocaram um demorado abraço. Ela sussurrou ao irmão, em tom de confissão, mas também de descoberta, que nem todo tesouro está enterrado no subsolo da floresta; os mais valiosos ainda permanecem esquecidos nos subterrâneos da alma. Disse, ainda, que aproveitaria o tempo ocioso na cidade, quando os netos estivessem na escola e os filhos no trabalho, para escrever um novo romance. Dessa vez deixaria que todos o lessem; sem dúvida, seria a sua melhor história. Ao se despedir, tinha toda a sua beleza de volta. Assim nos sentimos ao pisar na plataforma de embarque. A vida se expande a cada viagem.

13 comments

Fernando novembro 13, 2022 at 8:05 pm

Gratidão profunda e sem fim Amado irmão das estrelas 🌟 🌟 🌟, sem fim…

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Tiago Hinz novembro 14, 2022 at 3:33 am

Aqui estou a comentar. Acho que não verá isso, Yoskhaz, mas saiba que estou plenamente grato. Que a vida lhe dobre a alegria e imensidão da alma. Forte abraço!

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Andre Menezes novembro 14, 2022 at 4:27 am

Gratidão por este maravilhoso texto.

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Lia novembro 15, 2022 at 11:08 am

Ahhh, que agradável!!! Que texto leve e cheio de amor!!! Como deve ser nossa alma! Gratidão Yoskhaz!!

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CRISTINA BOVI MATSUOKA novembro 16, 2022 at 2:24 am

Maravilhoso 👏

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Anna novembro 19, 2022 at 1:57 pm

Sim, a inquietude da lacuna. Maravilhoso texto, como sempre.

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Anna novembro 19, 2022 at 1:57 pm

Sim, a inquietude da lacuna. Maravilhoso texto, como sempre. Obrigada!

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Schweitzer novembro 20, 2022 at 2:15 pm

Profundo é divino.

Amei.

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wander novembro 21, 2022 at 6:37 pm

gratidao, obrigado

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Terumi novembro 23, 2022 at 1:00 am

Gratidão 🙏

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Márcia Campos novembro 23, 2022 at 2:00 am

Profunda mensagem para todos nós
Gratidão

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Rafaela Ferreira novembro 29, 2022 at 11:57 am

Seus textos são como um raio de sol que aquecem o meu coração cada vez que leio. Me ajudou em muitos momentos de turbulência, e continuam me ajudando a enxergar a vida do cotidiano com mais profundidade. Que delícia topar com essa obra!
Sempre recomendo. Obrigada pela existência!

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juju julho 16, 2023 at 10:43 pm

❤️❤️❤️

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