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	Comentários sobre: A verdade não dói	</title>
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		<title>
		Por: Yoskhaz		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-verdade-nao-doi/#comment-750</link>

		<dc:creator><![CDATA[Yoskhaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 10:31:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-verdade-nao-doi/#comment-749&quot;&gt;Denis Hiltom Dalben&lt;/a&gt;.

Denis, os livros estão disponíveis no site da editora www.tintalivre.com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-verdade-nao-doi/#comment-749">Denis Hiltom Dalben</a>.</p>
<p>Denis, os livros estão disponíveis no site da editora <a href="http://www.tintalivre.com" rel="nofollow ugc">http://www.tintalivre.com</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Denis Hiltom Dalben		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-verdade-nao-doi/#comment-749</link>

		<dc:creator><![CDATA[Denis Hiltom Dalben]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 11:50:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://yoskhaz.com/?p=1099#comment-749</guid>

					<description><![CDATA[O link para a compra do livro não entra!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O link para a compra do livro não entra!</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Christina Mariz de Lyra Caravello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-verdade-nao-doi/#comment-748</link>

		<dc:creator><![CDATA[Christina Mariz de Lyra Caravello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2016 00:20:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fico imaginando, Yoskhaz, como essa pequena história contada por você, não é, hoje em dia, uma exceção.... 
Desde que, os que resolveram  assumir sua sexualidade  na contramão do que, aparentemente, era o pré estabelecido, o correto, o direito, o esperado, muitas situações, muitas histórias acontecem a todo momento.
E aí, devemos analisar os dois lados.
De um lado, a sociedade e suas regras e seus conceitos do certo e do errado sendo contestada pelos que defendem outras formas de amor, de relacionamentos. A partir dessa tomada de posições,  começaram vários  movimentos em diversos segmentos dessa mesma sociedade, no sentido de coibirem os preconceitos, as perseguições. 
Do outro lado, os protagonistas das novas histórias .
Como convivo com as duas realidades,  tenho minha opinião leiga, por não ser profissional  de nenhuma área mais abalizada para analisar a problemática surgida, mas ela é decorrente da observação de comportamentos, tanto dos contra como dos a favor, e também dos que vivenciam as diferenças.
Creio que não é fácil para nenhum dos lados. A sociedade procura se adaptar e aceitar, mas ainda há atritos. E, pelo que observo, também não é fácil para aqueles que se descobriram como os não convencionais. Têm que  declarar para suas famílias sua nova condição e nem sempre têm a maturidade necessária para enfrentar a nova realidade no dia a dia, em suas Faculdades, em seus trabalhos, em suas relações de amizades. E todos sofrem. 
É verdade que hoje em dia está melhor do que já foi. Mas é um longo caminho.
Não sei se usei as palavras adequadas. As vezes elas nos fogem. Mas o que quis dizer é que entendo os argumentos dos dois lados, mas torço e torcerei sempre para que não desistam e que lutem sempre pela felicidade de amarem e serem amados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fico imaginando, Yoskhaz, como essa pequena história contada por você, não é, hoje em dia, uma exceção&#8230;.<br />
Desde que, os que resolveram  assumir sua sexualidade  na contramão do que, aparentemente, era o pré estabelecido, o correto, o direito, o esperado, muitas situações, muitas histórias acontecem a todo momento.<br />
E aí, devemos analisar os dois lados.<br />
De um lado, a sociedade e suas regras e seus conceitos do certo e do errado sendo contestada pelos que defendem outras formas de amor, de relacionamentos. A partir dessa tomada de posições,  começaram vários  movimentos em diversos segmentos dessa mesma sociedade, no sentido de coibirem os preconceitos, as perseguições.<br />
Do outro lado, os protagonistas das novas histórias .<br />
Como convivo com as duas realidades,  tenho minha opinião leiga, por não ser profissional  de nenhuma área mais abalizada para analisar a problemática surgida, mas ela é decorrente da observação de comportamentos, tanto dos contra como dos a favor, e também dos que vivenciam as diferenças.<br />
Creio que não é fácil para nenhum dos lados. A sociedade procura se adaptar e aceitar, mas ainda há atritos. E, pelo que observo, também não é fácil para aqueles que se descobriram como os não convencionais. Têm que  declarar para suas famílias sua nova condição e nem sempre têm a maturidade necessária para enfrentar a nova realidade no dia a dia, em suas Faculdades, em seus trabalhos, em suas relações de amizades. E todos sofrem.<br />
É verdade que hoje em dia está melhor do que já foi. Mas é um longo caminho.<br />
Não sei se usei as palavras adequadas. As vezes elas nos fogem. Mas o que quis dizer é que entendo os argumentos dos dois lados, mas torço e torcerei sempre para que não desistam e que lutem sempre pela felicidade de amarem e serem amados.</p>
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