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	Comentários sobre: Pequenas grandes coisas	</title>
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		<title>
		Por: Vinícius		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1090</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vinícius]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2017 01:26:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Namastê! 🙏]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Namastê! 🙏</p>
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		<title>
		Por: Miquelyna		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1089</link>

		<dc:creator><![CDATA[Miquelyna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 23:30:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O simples se faz necessário!!]]></description>
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		<title>
		Por: Eric		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1088</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eric]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 16:30:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[OBRIGADO]]></description>
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		<title>
		Por: Christina Mariz de Lyra Caravello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1087</link>

		<dc:creator><![CDATA[Christina Mariz de Lyra Caravello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Apr 2017 01:34:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eram muito amigos. Ambos adolescentes. Só pensavam em garotas, festas. Mas tinham um grande sonho. Queriam ser jogadores de futebol. Não ajudavam em nada em casa. Suas mães  saiam para trabalhar todos os dias preocupadas, além de tudo, com as más companhias.   Não eram bons alunos. Já haviam repetido ano e se alistar no exército havia se tornado uma opção. Uma esperança para as mães. Quem sabe não tomariam jeito?

Há mais ou menos um  ano apareceu um olheiro . Gostou do futebol dos amigos e combinou com as mães de dar oportunidade aos dois.  Teriam que viajar para outro Estado. A vida nesse lugar era cheia de regulamentos e horários. Frequentariam a Escola do local, fariam os exercícios escolares, lavariam a própria roupa e, todas as tardes,  treinariam futebol. Nada de festas, garotas, bebidas. Dormir cedo, acordar cedo.

Depois de um mês, um deles quis voltar. Avisou a mãe que havia falado com o olheiro e que iria desistir. Estava detestando tudo. Comer a comida sem variação que era oferecida, lavar sua roupa (nunca havia lavado nem um par de meias), arrumar sua cama e revezar com os outros a arrumação do quarto e do banheiro que usavam , não poder namorar,  não ter o lazer a que estava acostumado, ter horário para tudo. 

Voltou e logo no primeiro fim de semana encontrou sua turma, suas namoradinhas. Mas sua mãe endureceu. Mandou que ele se virasse para se matricular no último período escolar, arrumou um serviço de ajudante de pedreiro que seria a única fonte de dinheiro que teria e, aproveitando, fez com que ele continuasse a lavar suas roupas. E avisou que não iria mexer um dedo pra nada. E que se ele não estivesse satisfeito, ela o mandaria para a casa do pai dele.

O outro menino continuou lá, se adaptando às regras e a tudo o mais. Treinava com vontade para ter chance de conseguir realizar seu sonho. 
Depois de  quase 10 meses, seu futebol foi notado e um grande clube resolveu investir nele para treinar em suas categorias de base.  Antes, passou uma temporada em casa e  ajudava sua mãe lavando suas próprias roupas, ajudando na cozinha, fazendo as compras e aproveitando ao máximo sua companhia.

No seu dia a dia quando foi com o amigo para o outro Estado, aprendeu a dar valor para todas as pequenas coisas que são o suporte para um  funcionamento doméstico normal, inclusive da importância do olhar protetor e carinhoso de sua mãe.

Seu amigo, não conseguiu se matricular em nenhuma escola, foi recusado pelo Exército e continua a trabalhar de ajudante de pedreiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eram muito amigos. Ambos adolescentes. Só pensavam em garotas, festas. Mas tinham um grande sonho. Queriam ser jogadores de futebol. Não ajudavam em nada em casa. Suas mães  saiam para trabalhar todos os dias preocupadas, além de tudo, com as más companhias.   Não eram bons alunos. Já haviam repetido ano e se alistar no exército havia se tornado uma opção. Uma esperança para as mães. Quem sabe não tomariam jeito?</p>
<p>Há mais ou menos um  ano apareceu um olheiro . Gostou do futebol dos amigos e combinou com as mães de dar oportunidade aos dois.  Teriam que viajar para outro Estado. A vida nesse lugar era cheia de regulamentos e horários. Frequentariam a Escola do local, fariam os exercícios escolares, lavariam a própria roupa e, todas as tardes,  treinariam futebol. Nada de festas, garotas, bebidas. Dormir cedo, acordar cedo.</p>
<p>Depois de um mês, um deles quis voltar. Avisou a mãe que havia falado com o olheiro e que iria desistir. Estava detestando tudo. Comer a comida sem variação que era oferecida, lavar sua roupa (nunca havia lavado nem um par de meias), arrumar sua cama e revezar com os outros a arrumação do quarto e do banheiro que usavam , não poder namorar,  não ter o lazer a que estava acostumado, ter horário para tudo. </p>
<p>Voltou e logo no primeiro fim de semana encontrou sua turma, suas namoradinhas. Mas sua mãe endureceu. Mandou que ele se virasse para se matricular no último período escolar, arrumou um serviço de ajudante de pedreiro que seria a única fonte de dinheiro que teria e, aproveitando, fez com que ele continuasse a lavar suas roupas. E avisou que não iria mexer um dedo pra nada. E que se ele não estivesse satisfeito, ela o mandaria para a casa do pai dele.</p>
<p>O outro menino continuou lá, se adaptando às regras e a tudo o mais. Treinava com vontade para ter chance de conseguir realizar seu sonho.<br />
Depois de  quase 10 meses, seu futebol foi notado e um grande clube resolveu investir nele para treinar em suas categorias de base.  Antes, passou uma temporada em casa e  ajudava sua mãe lavando suas próprias roupas, ajudando na cozinha, fazendo as compras e aproveitando ao máximo sua companhia.</p>
<p>No seu dia a dia quando foi com o amigo para o outro Estado, aprendeu a dar valor para todas as pequenas coisas que são o suporte para um  funcionamento doméstico normal, inclusive da importância do olhar protetor e carinhoso de sua mãe.</p>
<p>Seu amigo, não conseguiu se matricular em nenhuma escola, foi recusado pelo Exército e continua a trabalhar de ajudante de pedreiro.</p>
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		<title>
		Por: Leila Hsieh		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1086</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leila Hsieh]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 20:50:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot; ser pequeno é um degrau indispensável para se tornar grande. Ao não reconhecer a importância de toda a gente nos distanciamos da própria essência por ignorar quem somos de verdade. &quot; 

Sem a escuridão, nao ha luz... por mais que seja difícil de entender as vezes... sim, cada pessoa e cada circunstancia vem para nos trazer um suporte e uma lição. Lindo o texto, muito obrigada !    

&quot;...nas quase imperceptíveis transformações oferecidas pelos dias comuns&quot; , o quais são sentidos somente no silencio, na paz e no amor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8221; ser pequeno é um degrau indispensável para se tornar grande. Ao não reconhecer a importância de toda a gente nos distanciamos da própria essência por ignorar quem somos de verdade. &#8221; </p>
<p>Sem a escuridão, nao ha luz&#8230; por mais que seja difícil de entender as vezes&#8230; sim, cada pessoa e cada circunstancia vem para nos trazer um suporte e uma lição. Lindo o texto, muito obrigada !    </p>
<p>&#8220;&#8230;nas quase imperceptíveis transformações oferecidas pelos dias comuns&#8221; , o quais são sentidos somente no silencio, na paz e no amor.</p>
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		<title>
		Por: THIAGO VIEIRA CARVALHO		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1085</link>

		<dc:creator><![CDATA[THIAGO VIEIRA CARVALHO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 12:32:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eterna gratidão !!!! Texto de luz !!!]]></description>
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		<title>
		Por: Gaia		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1084</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gaia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 10:46:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gratidão pelas palavras]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gratidão pelas palavras</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Joane Faustino		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1083</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joane Faustino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2017 21:29:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gratidão!]]></description>
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		<title>
		Por: Vania		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1082</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vania]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2017 16:24:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Perfeitamente belo!Histórias edificantes assim mudam os nossos dias,nos fazendo crer q realmente cada dia tem uma essência em si para sentir!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeitamente belo!Histórias edificantes assim mudam os nossos dias,nos fazendo crer q realmente cada dia tem uma essência em si para sentir!!!</p>
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		<title>
		Por: Altino Jamba		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-iii/pequenas-grandes-coisas/#comment-1081</link>

		<dc:creator><![CDATA[Altino Jamba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Apr 2017 22:13:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom</p>
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