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	Comentários sobre: O destinatário do amor	</title>
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		<title>
		Por: Natalia		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-735</link>

		<dc:creator><![CDATA[Natalia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2016 20:49:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E o que é compromisso? Como ser comprometido e livre ao mesmo tempo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E o que é compromisso? Como ser comprometido e livre ao mesmo tempo?</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Josmar		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-734</link>

		<dc:creator><![CDATA[Josmar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 17:54:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rompendo a casca hoje]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rompendo a casca hoje</p>
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		<title>
		Por: Douglas Dust		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-733</link>

		<dc:creator><![CDATA[Douglas Dust]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2016 12:23:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Amor: doar sua melhor parte sem esperar receber algo,  a ganância aqui é um perigoso pecado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amor: doar sua melhor parte sem esperar receber algo,  a ganância aqui é um perigoso pecado</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gabriel S. Venturini		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-732</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gabriel S. Venturini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2016 23:55:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns por mais um belo texto, onde vi muita proximidade na descrição do amor, que é o sentimento que impulsiona a vida. Acho interessante frisar nesse texto que ficou nas entrelinhas, mas primeiro temos que ser amo para doa-lo, o sol doa sua energia por ter ela em abundância. Penso que o primeiro verdadeiro amor, que mais se aproxima do transcendental  é sempre por si mesmo, pois a partir que temos ele dentro de nós podemos doa-lo de forma responsável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns por mais um belo texto, onde vi muita proximidade na descrição do amor, que é o sentimento que impulsiona a vida. Acho interessante frisar nesse texto que ficou nas entrelinhas, mas primeiro temos que ser amo para doa-lo, o sol doa sua energia por ter ela em abundância. Penso que o primeiro verdadeiro amor, que mais se aproxima do transcendental  é sempre por si mesmo, pois a partir que temos ele dentro de nós podemos doa-lo de forma responsável.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Emilio Vargas		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-731</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emilio Vargas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2016 01:03:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns para o debate realizado por Christina Mariz de Lyra Caravello, Filippe e Koishima. 
isso nos ajuda a refletir mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns para o debate realizado por Christina Mariz de Lyra Caravello, Filippe e Koishima.<br />
isso nos ajuda a refletir mais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Christina Mariz de Lyra Caravello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-730</link>

		<dc:creator><![CDATA[Christina Mariz de Lyra Caravello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2016 20:11:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Filippe, boa tarde, achei interessante sua abordagem. Concordo em termos. De uma certa forma, quando se questiona rotular alguém &quot;quando prendemos alguém em: “ele é meu marido”, nós perdemos de vista essa liberdade, perdendo, portanto, também, a sabedoria de lidar com esse relacionamento&quot; , já se está também, discriminando esse relacionamento.
Sou viúva, fui casada por 37 anos com o mesmo homem, sem nenhum tipo de desvio. Sempre fui, desde cedo, muito livre em minhas posições, em meus pensamentos. Nós vivemos esses trinta e sete anos, que não foram iguais, é claro, com muito companheirismo, muita transigência, muita compaixão. E ele era apresentado como meu marido. E esse nome, como o de minha mulher, não era cercado de grades. A gente era cúmplice (o amor deve ser cúmplice), a gente era amigo ( o amor deve ser amigo) a gente chorava, a gente ria, a gente brigava, a gente fazia as pazes, a gente se afastava, a gente retornava, enfim, a gente era humano, e o amor estava contido em tudo que sentíamos, sem cobranças, a morada de nosso amor, éramos nós, onde estivéssemos. 
E devo também dizer, que nem tudo foram flores e se havia flores, os espinhos as vezes eram  mais abundantes, nos feriam....  mas sempre houve recomeços, muitos, até o fim, com a morte dele.
Nunca deixamos de fazer nada . Me formei mais velha, fui trabalhar fora e ele nunca deixou de participar dos encontros semanais com os amigos de bar em Ipanema.
Mas valorizávamos e muito nossos momentos juntos. Gostávamos de estar juntos. 
Não sei se em nome desse amor de hoje em dia, amor livre (não é também um rótulo?) haverá muito futuro, haverá lembranças prazerosas a serem transmitidas porque nunca se sabe quanto vai durar, dá a impressão de que tudo é mais superficial, mais líquido, segundo o filósofo (Bauman?), quem sabe surge um novo &quot;amor&quot; virando a esquina?
&quot;Isso estou falando em termos muito categorizados, claro que na vida não funciona desse jeito. Temos nossas imperfeições e, a maioria de nós, ainda possui muito egocentrismo.&quot;
Também concordo que  &quot;o amor a que Yoskhaz se refere no texto, é o amor universal, o desejo de que todos os seres sejam felizes. &quot;
Mas sei que tenho muito que aprender e exercitar, principalmente o desapego, ´porque sei que sou ciumenta e, embora muitas vezes não possa demonstrar, eu sinto, e tenho que trabalhar isso em mim, de dentro para fora, como tudo na vida. 
Bem, Filippe, sempre há muitas maneiras de se analisar um assunto. Um link leva a outro.
Mas, de uma certa forma, no final, sempre desejamos encontrar um caminho que nos leve ao lado ensolarado do verdadeiro Caminho.
Foi um prazer. Um abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filippe, boa tarde, achei interessante sua abordagem. Concordo em termos. De uma certa forma, quando se questiona rotular alguém &#8220;quando prendemos alguém em: “ele é meu marido”, nós perdemos de vista essa liberdade, perdendo, portanto, também, a sabedoria de lidar com esse relacionamento&#8221; , já se está também, discriminando esse relacionamento.<br />
Sou viúva, fui casada por 37 anos com o mesmo homem, sem nenhum tipo de desvio. Sempre fui, desde cedo, muito livre em minhas posições, em meus pensamentos. Nós vivemos esses trinta e sete anos, que não foram iguais, é claro, com muito companheirismo, muita transigência, muita compaixão. E ele era apresentado como meu marido. E esse nome, como o de minha mulher, não era cercado de grades. A gente era cúmplice (o amor deve ser cúmplice), a gente era amigo ( o amor deve ser amigo) a gente chorava, a gente ria, a gente brigava, a gente fazia as pazes, a gente se afastava, a gente retornava, enfim, a gente era humano, e o amor estava contido em tudo que sentíamos, sem cobranças, a morada de nosso amor, éramos nós, onde estivéssemos.<br />
E devo também dizer, que nem tudo foram flores e se havia flores, os espinhos as vezes eram  mais abundantes, nos feriam&#8230;.  mas sempre houve recomeços, muitos, até o fim, com a morte dele.<br />
Nunca deixamos de fazer nada . Me formei mais velha, fui trabalhar fora e ele nunca deixou de participar dos encontros semanais com os amigos de bar em Ipanema.<br />
Mas valorizávamos e muito nossos momentos juntos. Gostávamos de estar juntos.<br />
Não sei se em nome desse amor de hoje em dia, amor livre (não é também um rótulo?) haverá muito futuro, haverá lembranças prazerosas a serem transmitidas porque nunca se sabe quanto vai durar, dá a impressão de que tudo é mais superficial, mais líquido, segundo o filósofo (Bauman?), quem sabe surge um novo &#8220;amor&#8221; virando a esquina?<br />
&#8220;Isso estou falando em termos muito categorizados, claro que na vida não funciona desse jeito. Temos nossas imperfeições e, a maioria de nós, ainda possui muito egocentrismo.&#8221;<br />
Também concordo que  &#8220;o amor a que Yoskhaz se refere no texto, é o amor universal, o desejo de que todos os seres sejam felizes. &#8221;<br />
Mas sei que tenho muito que aprender e exercitar, principalmente o desapego, ´porque sei que sou ciumenta e, embora muitas vezes não possa demonstrar, eu sinto, e tenho que trabalhar isso em mim, de dentro para fora, como tudo na vida.<br />
Bem, Filippe, sempre há muitas maneiras de se analisar um assunto. Um link leva a outro.<br />
Mas, de uma certa forma, no final, sempre desejamos encontrar um caminho que nos leve ao lado ensolarado do verdadeiro Caminho.<br />
Foi um prazer. Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Filippe		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-729</link>

		<dc:creator><![CDATA[Filippe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2016 13:02:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Christina,

Vejo um pouco diferente.. O amor a que Yoskhaz se refere no texto, é o amor universal, o desejo de que todos os seres sejam felizes. Se o cônjuge de alguém, por exemplo, deseja tirar um tempo para si (e fazer uma viagem sozinho ou um retiro), não seria isso uma oportunidade do marido/mulher apoiá-lo nesse caminho que ele acredita que vai trazer mais felicidade para si?

O amor genuíno (aquele do texto, sem marcas de egocentrismo) não necessariamente está junto (fisicamente) do outro o tempo inteiro, mas nem por isso ama menos.  Já o amor romântico (aquele que contém marcas de ciúmes, possessividade e egoísmo) expressa uma profunda necessidade de estar junto o tempo inteiro, de querer fazer tudo com a outra pessoa, de não deixar a outra pessoa optar pelo que ela quer fazer e de não deixar a outra pessoa conversar e viver uma vida com seus amigos. 

Isso estou falando em termos muito categorizados, claro que na vida não funciona desse jeito. Temos nossas imperfeições e, a maioria de nós, ainda possui muito egocentrismo. Dessa forma, precisamos (assim como a sociedade também se organiza em torno disso) de nomes como: marido, mulher, namorado e namorada para determinar um vínculo de compromisso. Não tem problema nenhum nos rotularmos assim, isso é só uma aparência. Precisamos ver a sutileza por trás daquilo... Nesse espaço de sutileza, devemos cultivar a equanimidade, amor, alegria, compaixão, leveza, sabedoria em todos os nossos relacionamentos. 

Isso é entender que por trás de um marido também há um ser humano, um amigo, um filho, um irmão, um trabalhador... Nós somos a liberdade que pode manifestar todas essas identidades, mas quando prendemos alguém em: &quot;ele é meu marido&quot;, nós perdemos de vista essa liberdade, perdendo, portanto, também, a sabedoria de lidar com esse relacionamento. 

Por isso, nesse amor genuíno, não há cobranças, ciúmes, posse. Pois ele enxerga a liberdade por de trás de todas as aparências, enxerga o ser humano que existe por trás de todo marido, amigo,... 

Continuamos chamando nossos cônjuges de marido, mulher, namorado e namorada. Porém, em um âmbito sutil, reconhecemos a liberdade dele(a) poder ser inúmeras identidades e não cobramos que ele(a) aja da forma com que a gente espera que ela vai agir. Quando esperamos algo, congelamos essa pessoa na nossa cabeça, retirando a liberdade dela se manifestar da forma com que ela sinta que vai trazer mais felicidade para ela. 

Grande abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Christina,</p>
<p>Vejo um pouco diferente.. O amor a que Yoskhaz se refere no texto, é o amor universal, o desejo de que todos os seres sejam felizes. Se o cônjuge de alguém, por exemplo, deseja tirar um tempo para si (e fazer uma viagem sozinho ou um retiro), não seria isso uma oportunidade do marido/mulher apoiá-lo nesse caminho que ele acredita que vai trazer mais felicidade para si?</p>
<p>O amor genuíno (aquele do texto, sem marcas de egocentrismo) não necessariamente está junto (fisicamente) do outro o tempo inteiro, mas nem por isso ama menos.  Já o amor romântico (aquele que contém marcas de ciúmes, possessividade e egoísmo) expressa uma profunda necessidade de estar junto o tempo inteiro, de querer fazer tudo com a outra pessoa, de não deixar a outra pessoa optar pelo que ela quer fazer e de não deixar a outra pessoa conversar e viver uma vida com seus amigos. </p>
<p>Isso estou falando em termos muito categorizados, claro que na vida não funciona desse jeito. Temos nossas imperfeições e, a maioria de nós, ainda possui muito egocentrismo. Dessa forma, precisamos (assim como a sociedade também se organiza em torno disso) de nomes como: marido, mulher, namorado e namorada para determinar um vínculo de compromisso. Não tem problema nenhum nos rotularmos assim, isso é só uma aparência. Precisamos ver a sutileza por trás daquilo&#8230; Nesse espaço de sutileza, devemos cultivar a equanimidade, amor, alegria, compaixão, leveza, sabedoria em todos os nossos relacionamentos. </p>
<p>Isso é entender que por trás de um marido também há um ser humano, um amigo, um filho, um irmão, um trabalhador&#8230; Nós somos a liberdade que pode manifestar todas essas identidades, mas quando prendemos alguém em: &#8220;ele é meu marido&#8221;, nós perdemos de vista essa liberdade, perdendo, portanto, também, a sabedoria de lidar com esse relacionamento. </p>
<p>Por isso, nesse amor genuíno, não há cobranças, ciúmes, posse. Pois ele enxerga a liberdade por de trás de todas as aparências, enxerga o ser humano que existe por trás de todo marido, amigo,&#8230; </p>
<p>Continuamos chamando nossos cônjuges de marido, mulher, namorado e namorada. Porém, em um âmbito sutil, reconhecemos a liberdade dele(a) poder ser inúmeras identidades e não cobramos que ele(a) aja da forma com que a gente espera que ela vai agir. Quando esperamos algo, congelamos essa pessoa na nossa cabeça, retirando a liberdade dela se manifestar da forma com que ela sinta que vai trazer mais felicidade para ela. </p>
<p>Grande abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Christina Mariz de Lyra Caravello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-728</link>

		<dc:creator><![CDATA[Christina Mariz de Lyra Caravello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2016 03:22:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Koishima, boa noite. Eu sou a Christina de quem você discordou.  Acho muito boa essa polêmica porque nada é uma unanimidade,principalmente quando tratamos de comportamentos, de maneiras de pensar e de sentir. Já dizia um grande cronista, que não sei se é do seu tempo, Nelson Rodrigues, toda unanimidade é burra.Da mesma forma que você diz que deve-se dar liberdade ao outro para ser como quiser ser, deve-se também dar liberdade de se pensar diferente. Somos seres humanos, cada qual com sua maneira de ser e pensar.
Sou viúva, fui casada 37 anos com a mesma pessoa...nunca nos proibimos de nada...fiz faculdade mais velha, trabalhei fora, ia a eventos com a familia e amigos e ele todos os sabados ia encontrar com seus amigos numa mesa de bar. Os exemplos que citei de o homem querer viajar sem a mulher, a meu ver é um forte indicativo de que o sentimento não é forte o suficiente...Quando existe verdadeiramente o amor,existe  também o prazer de fazer certas coisas juntos, como uma viagem, p.ex.se o homem ou a mulher prefere sair ou se encontrar sempre com amigos, tem um sinal de fumaça a ser entendido.
&quot;Ainda vamos demorar muito para entender o real significado do amor...&quot;, você mesmo disse.
E eu também já tenho comentado outros textos onde confesso que ainda tenho um lado Terra bem forte, que ainda tenho que exercitar o desapego, apesar de ter vivido 37 anos com apenas meu marido...talvez por ser de uma geração onde haviam valores bem trabalhados e aceitos.
Foi um prazer ser contestada, provoca indagações muito valiosas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Koishima, boa noite. Eu sou a Christina de quem você discordou.  Acho muito boa essa polêmica porque nada é uma unanimidade,principalmente quando tratamos de comportamentos, de maneiras de pensar e de sentir. Já dizia um grande cronista, que não sei se é do seu tempo, Nelson Rodrigues, toda unanimidade é burra.Da mesma forma que você diz que deve-se dar liberdade ao outro para ser como quiser ser, deve-se também dar liberdade de se pensar diferente. Somos seres humanos, cada qual com sua maneira de ser e pensar.<br />
Sou viúva, fui casada 37 anos com a mesma pessoa&#8230;nunca nos proibimos de nada&#8230;fiz faculdade mais velha, trabalhei fora, ia a eventos com a familia e amigos e ele todos os sabados ia encontrar com seus amigos numa mesa de bar. Os exemplos que citei de o homem querer viajar sem a mulher, a meu ver é um forte indicativo de que o sentimento não é forte o suficiente&#8230;Quando existe verdadeiramente o amor,existe  também o prazer de fazer certas coisas juntos, como uma viagem, p.ex.se o homem ou a mulher prefere sair ou se encontrar sempre com amigos, tem um sinal de fumaça a ser entendido.<br />
&#8220;Ainda vamos demorar muito para entender o real significado do amor&#8230;&#8221;, você mesmo disse.<br />
E eu também já tenho comentado outros textos onde confesso que ainda tenho um lado Terra bem forte, que ainda tenho que exercitar o desapego, apesar de ter vivido 37 anos com apenas meu marido&#8230;talvez por ser de uma geração onde haviam valores bem trabalhados e aceitos.<br />
Foi um prazer ser contestada, provoca indagações muito valiosas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Koishima		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-727</link>

		<dc:creator><![CDATA[Koishima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 17:16:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Christina.. Uma observação, com certeza, viver uma vida a dois é reciprocidade, é sintonia.. Porem, a liberdade está em aceitar a pessoa do jeito que ela é, com erros, acertos, defeitos e qualidades e mesmo assim você dar liberdade pra pessoa ser quem ela realmente é e ainda sim, ajuda-la a ser sempre melhor.. Isso é amor. Tira essa coisa de &quot;não gosto do seu jeito/ do jeito como vc me trata/&quot; Claro, pra viver uma vida em sociedade, é necessario saber conviver com as pessoas, pensando nelas e ajudando-as.. Viver no amor, é vc andar pelas ruas e não sentir medo de quem pode se aproximar, entendo que o mundo de hj as coisas são bem pesadas e andar com essa confinança está bem dificil, porem, é vc aceitar cada pessoa que passe por vc, como elas realmente sao.. Hoje, todo mundo quer que vc seja de um jeito, trate as pessoas de apenas um jeito.. O amor é uma coisa muito espontanea.  não é uma coisa forçada, amor é algo natural, simples.. Sem essas amarras que nosso egoismo impoe. E com certeza, amar e ser amado é a melhor coisa do mundo, não existe remedio melhor que cure.. E essa sementinha, que eu plantei no coraçãozinha de minha amada, fiquei na incerteza de que se isso vai dar bons frutos, nos separamos e a saudade aperta. Porem, nas desavenças, entendi que a amo e eu sempre dei-a liberdade pra ser quem é.. porem sou eternamente grato por ter divido o amor comigo.. resta muitos sintomas em mim, esperança é algo que ainda está muito forte.. Agradeço pelo texto meu caro amigo, o amor sempre vai ser a unica revolução verdadeira, não é sonho ou dinheiro.. Ainda vamos demorar muito pra entender o real sentimento do amor, mas nunca desistir!!! Muito amor e axé, paz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Christina.. Uma observação, com certeza, viver uma vida a dois é reciprocidade, é sintonia.. Porem, a liberdade está em aceitar a pessoa do jeito que ela é, com erros, acertos, defeitos e qualidades e mesmo assim você dar liberdade pra pessoa ser quem ela realmente é e ainda sim, ajuda-la a ser sempre melhor.. Isso é amor. Tira essa coisa de &#8220;não gosto do seu jeito/ do jeito como vc me trata/&#8221; Claro, pra viver uma vida em sociedade, é necessario saber conviver com as pessoas, pensando nelas e ajudando-as.. Viver no amor, é vc andar pelas ruas e não sentir medo de quem pode se aproximar, entendo que o mundo de hj as coisas são bem pesadas e andar com essa confinança está bem dificil, porem, é vc aceitar cada pessoa que passe por vc, como elas realmente sao.. Hoje, todo mundo quer que vc seja de um jeito, trate as pessoas de apenas um jeito.. O amor é uma coisa muito espontanea.  não é uma coisa forçada, amor é algo natural, simples.. Sem essas amarras que nosso egoismo impoe. E com certeza, amar e ser amado é a melhor coisa do mundo, não existe remedio melhor que cure.. E essa sementinha, que eu plantei no coraçãozinha de minha amada, fiquei na incerteza de que se isso vai dar bons frutos, nos separamos e a saudade aperta. Porem, nas desavenças, entendi que a amo e eu sempre dei-a liberdade pra ser quem é.. porem sou eternamente grato por ter divido o amor comigo.. resta muitos sintomas em mim, esperança é algo que ainda está muito forte.. Agradeço pelo texto meu caro amigo, o amor sempre vai ser a unica revolução verdadeira, não é sonho ou dinheiro.. Ainda vamos demorar muito pra entender o real sentimento do amor, mas nunca desistir!!! Muito amor e axé, paz.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Christina Mariz de Lyra Caravello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/o-destinatario-do-amor/#comment-726</link>

		<dc:creator><![CDATA[Christina Mariz de Lyra Caravello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 05:03:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://yoskhaz.com/?p=1054#comment-726</guid>

					<description><![CDATA[Não entendo ainda como são os relacionamentos onde o amor existe de ambos os lados.. 
Como é esse amor..?   Como se manifesta? Como deve proceder um casal que se ama e que quer se casar..? Como é essa convivência ? Mesmo que não exista nenhum tipo de cobrança e nem sempre existe, deve haver, contudo, a meu ver, a reciprocidade e a mesma  intensidade de sentimentos que, subliminarmente, determinará regras de comportamentos mútuos.
Um casal que se ama verdadeiramente, leva um tipo de vida diferente do que um homem e uma mulher sem nenhum vinculo afetivo maior, sem nenhum compromisso.  
No primeiro caso, a meu ver, é inadmissível, por exemplo , um deles resolver  de repente fazer uma viagem de lazer com amigos, sem a mulher, por que ela não poderá faltar ao trabalho. Se existe amor entre eles, ele deve esperar uma data adequada  para viajarem juntos, sem que tenha havido nenhuma cobrança da parte dela. 
Uma vida a dois é muito diferente do que um relacionamento sem compromisso.
Uma vida a dois, se há realmente o amor, há transigência, com certeza, porque ambas as partes se amam e não querem sombras escurecendo seu caminhar a dois, ambos querem que o outro se sinta feliz.
Portanto, eu acho , que mesmo sabendo que ninguém é dono de ninguém, não vai gostar se seu companheiro (a)gosta de sair para fazer algum programa com amigos e amigas.
Se a pessoa sente falta dessa &quot;liberdade&quot; não deve, realmente, se casar.
O amor, é como uma planta. Deve ser regado sempre para que continue a florescer.
Nem sempre procuramos alguém para preencher um vazio existencial. Nos sentimos atraídos por essa pessoa, queremos estar juntos, nos encantamos com sua maneira de ser,  E, a partir daí, esse sentimento vai crescendo, queremos viver com ele. É o início do processo amoroso. No amor não ´precisa haver troca de nada. Tem que haver sempre encantamento, de ambas as partes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não entendo ainda como são os relacionamentos onde o amor existe de ambos os lados..<br />
Como é esse amor..?   Como se manifesta? Como deve proceder um casal que se ama e que quer se casar..? Como é essa convivência ? Mesmo que não exista nenhum tipo de cobrança e nem sempre existe, deve haver, contudo, a meu ver, a reciprocidade e a mesma  intensidade de sentimentos que, subliminarmente, determinará regras de comportamentos mútuos.<br />
Um casal que se ama verdadeiramente, leva um tipo de vida diferente do que um homem e uma mulher sem nenhum vinculo afetivo maior, sem nenhum compromisso.<br />
No primeiro caso, a meu ver, é inadmissível, por exemplo , um deles resolver  de repente fazer uma viagem de lazer com amigos, sem a mulher, por que ela não poderá faltar ao trabalho. Se existe amor entre eles, ele deve esperar uma data adequada  para viajarem juntos, sem que tenha havido nenhuma cobrança da parte dela.<br />
Uma vida a dois é muito diferente do que um relacionamento sem compromisso.<br />
Uma vida a dois, se há realmente o amor, há transigência, com certeza, porque ambas as partes se amam e não querem sombras escurecendo seu caminhar a dois, ambos querem que o outro se sinta feliz.<br />
Portanto, eu acho , que mesmo sabendo que ninguém é dono de ninguém, não vai gostar se seu companheiro (a)gosta de sair para fazer algum programa com amigos e amigas.<br />
Se a pessoa sente falta dessa &#8220;liberdade&#8221; não deve, realmente, se casar.<br />
O amor, é como uma planta. Deve ser regado sempre para que continue a florescer.<br />
Nem sempre procuramos alguém para preencher um vazio existencial. Nos sentimos atraídos por essa pessoa, queremos estar juntos, nos encantamos com sua maneira de ser,  E, a partir daí, esse sentimento vai crescendo, queremos viver com ele. É o início do processo amoroso. No amor não ´precisa haver troca de nada. Tem que haver sempre encantamento, de ambas as partes.</p>
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