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	Comentários sobre: Lei da Renovação.	</title>
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		<title>
		Por: Santana		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 22:49:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Grato]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grato</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Monica Prado de Mello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/lei-da-renovacao/#comment-443</link>

		<dc:creator><![CDATA[Monica Prado de Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2016 16:27:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[boa tarde

por favor voce tem este livro para vender?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>boa tarde</p>
<p>por favor voce tem este livro para vender?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Silas souza		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/lei-da-renovacao/#comment-442</link>

		<dc:creator><![CDATA[Silas souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2016 21:22:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De quem é este texto ? Gostaria de usa lo em um livro ao qual estou escrevendo. Contem direitos autorais ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De quem é este texto ? Gostaria de usa lo em um livro ao qual estou escrevendo. Contem direitos autorais ?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Miquelyna		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/lei-da-renovacao/#comment-441</link>

		<dc:creator><![CDATA[Miquelyna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2016 05:51:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por mais renovações e transmutações para a Luz neste mundo cheio de dores que nós mesmo nos impomos por pura falta de consciência. Luz!! luz!!  Luz!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais renovações e transmutações para a Luz neste mundo cheio de dores que nós mesmo nos impomos por pura falta de consciência. Luz!! luz!!  Luz!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Flavia Dias		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/lei-da-renovacao/#comment-440</link>

		<dc:creator><![CDATA[Flavia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 14:53:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente texto!! Gratidão!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto!! Gratidão!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rita Lemos		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/lei-da-renovacao/#comment-439</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rita Lemos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 02:22:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Penso que perdoar seria como reinventar-se a cada dia....evoluindo espiritualmente a cada momento,procurando dar o seu melhor, desconstruindo a cada passo nesta estrada da vida,nossos preconceitos e valores deturpados sobre o que realmente dá sentido à vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Penso que perdoar seria como reinventar-se a cada dia&#8230;.evoluindo espiritualmente a cada momento,procurando dar o seu melhor, desconstruindo a cada passo nesta estrada da vida,nossos preconceitos e valores deturpados sobre o que realmente dá sentido à vida.</p>
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		<title>
		Por: Rosângela		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/lei-da-renovacao/#comment-438</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rosângela]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 18:37:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ACHO QUE VOCÊ LITERALMENTE FALA COM DEUS ...OBRIGADA POR MAIS ESTE TEXTO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ACHO QUE VOCÊ LITERALMENTE FALA COM DEUS &#8230;OBRIGADA POR MAIS ESTE TEXTO.</p>
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		<title>
		Por: Euriene		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/lei-da-renovacao/#comment-437</link>

		<dc:creator><![CDATA[Euriene]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 11:03:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A renovação nos de enche de esperança...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A renovação nos de enche de esperança&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Christina Mariz de Lyra Caravello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/lei-da-renovacao/#comment-436</link>

		<dc:creator><![CDATA[Christina Mariz de Lyra Caravello]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 23:34:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aos trinta e três anos, seu mundo sofreu uma reviravolta e ela se viu viúva com cinco filhos . Teria que trabalhar, apesar da boa pensão que receberia. Sua mãe, que morava com ela, daria o suporte necessário, mas não poderia ficar responsável por cinco crianças cujas idades iam dos três aos 13 anos.
Aceitou a orientação da cunhada e resolveu que as duas do meio, com nove e dez anos, iriam para um internato. Dessa forma, as duas mais velhas ajudariam a avó com o irmão de três anos.
E assim resolveu, assim aconteceu.
É evidente que as crianças sentiram a separação, mas logo se adaptaram. A Ordem das freiras era uma Ordem mais moderna,  mais participativa com as mudanças de muitos paradigmas. 
Uma das irmãs entrou numa aula de pintura em cerâmica. A outra, no estudo de piano.
Durante os três primeiros anos tudo transcorreu sem nenhuma grande novidade. Eram excelentes alunas, primeiras das turmas em tudo, aplicação, comportamento, recebiam todas as medalhas com as quais o Colégio reconhecia os desempenhos.
A que estudava piano havia tirado, junto com a professora, uma música cuja partitura sua avó havia mandado. Independentemente disso, ia ser a primeira vez que ela tocaria sozinha na festa de final de ano e sua avó iria vê-la.  E todos os dias ela estudava e estudava para fazer bonito. A professora , que também era a vice-superiora do Colégio, era muito exigente e sempre chamava a atenção para seus pequeninos dedos: tem que ser curvos, curvos, curvos... Sua mão era pequena e não tinha jeito...quando fazia uma oitava, seus dedos ficavam esticados. E, numa dessas vezes, a freira, além de falar, bateu em seus dedos &quot;curvos, tem que ser curvos...&quot;  Ela parou de tocar e as lágrimas não paravam de cair....Toca, anda....Nada....Toca, estou mandando....Nada... Ela estava com muita raiva....Resumindo , a freira tirou todos os quadros de honra, todas as medalhas e o mais triste de tudo, tirou sua participação na festa anual...
Sua avó foi vê-la (não havia como avisar) e nada viu. E nunca viu sua neta tocar piano. Morreu no ano seguinte. 
As irmãs ainda voltaram ao Colégio por mais dois anos. Depois disso, passaram a viver uma nova realidade junto com sua mãe e irmãos. Mais tarde, todas começaram a trabalhar para ajudar em casa. Nunca mais houve piano.
Já casada, seu marido sabendo do trauma que ela havia passado quando criança, comprou um piano . Quando sentou para dedilhar as teclas, tudo que havia passado naquele momento de sua frustração, voltou com uma força enorme e novamente, lembrando de sua avó, as lágrimas não paravam de cair. E não só as lágrimas...Reviveu aquele momento, as emoções, a raiva reprimida, a impossibilidade, o nunca mais...
E, apesar de ter um piano, não conseguia voltar a ter o gosto para aprender novamente... Seu coração estava endurecido de mágoas, de ressentimentos, de dor pela injustiça... Gostava de se  ficar imaginando tocando para sua avó e quando tentava lembrar de alguma música que já  havia tocado quando criança, nada acontecia até o dia em que, dedilhando, procurando sons conhecidos, aos poucos a música da partitura que sua avó havia mandado e que, na ocasião, ela tocava e muito bem, foi voltando .... e seu coração foi ficando mais leve e todo seu ressentimento e sua mágoa foram desaparecendo á proporção que a música voltava à sua memória e aos seus dedos...Foram mais de 50 anos sem tocar, mas ela nunca esqueceu, e quando pode tocar ela toda foi como se voltasse no tempo e estivesse tocando para que sua avó pudesse ouvi-la...     
&quot;É indispensável limpar com uma vassoura de Luz todo e qualquer resquício de ressentimento, o pó do ódio ou as manchas da raiva”.
A criança não tem o entendimento de um adulto...ela sente, sofre, ri, ama, tem raiva...ela é uma força da natureza onde os instintos ainda são muito fortes, inclusive o da sobrevivência por isso acho que muito do que a criança sente, seja bom ou seja mau, fica latente e uma bela hora, por conta de algum acontecimento importante ou por conta de sabedoria ou vivências adquiridas com o tempo, ela pode absorver o bom e transcender o mau ou não. É quando acontece o que aconteceu com Yoskhaz. Passou muito tempo convivendo com suas mágoas e ressentimentos , tipo uma bomba prestes a explodir e só quando uma pequena frase “É necessário, de tempos em tempos, esvaziar as gavetas do coração”,  serviu de gatilho para abrir suas comportas, aconteceu a catarse...
Como nada no Caminho da Luz é fácil e enquanto andarilhos iniciantes tudo assume uma proporção maior, também lidar com sentimentos negativos como mágoas ou positivos como perdão e amor é confuso porque como disse o Velho, é preciso exercitar a magia da renovação todos os dias e para sempre...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos trinta e três anos, seu mundo sofreu uma reviravolta e ela se viu viúva com cinco filhos . Teria que trabalhar, apesar da boa pensão que receberia. Sua mãe, que morava com ela, daria o suporte necessário, mas não poderia ficar responsável por cinco crianças cujas idades iam dos três aos 13 anos.<br />
Aceitou a orientação da cunhada e resolveu que as duas do meio, com nove e dez anos, iriam para um internato. Dessa forma, as duas mais velhas ajudariam a avó com o irmão de três anos.<br />
E assim resolveu, assim aconteceu.<br />
É evidente que as crianças sentiram a separação, mas logo se adaptaram. A Ordem das freiras era uma Ordem mais moderna,  mais participativa com as mudanças de muitos paradigmas.<br />
Uma das irmãs entrou numa aula de pintura em cerâmica. A outra, no estudo de piano.<br />
Durante os três primeiros anos tudo transcorreu sem nenhuma grande novidade. Eram excelentes alunas, primeiras das turmas em tudo, aplicação, comportamento, recebiam todas as medalhas com as quais o Colégio reconhecia os desempenhos.<br />
A que estudava piano havia tirado, junto com a professora, uma música cuja partitura sua avó havia mandado. Independentemente disso, ia ser a primeira vez que ela tocaria sozinha na festa de final de ano e sua avó iria vê-la.  E todos os dias ela estudava e estudava para fazer bonito. A professora , que também era a vice-superiora do Colégio, era muito exigente e sempre chamava a atenção para seus pequeninos dedos: tem que ser curvos, curvos, curvos&#8230; Sua mão era pequena e não tinha jeito&#8230;quando fazia uma oitava, seus dedos ficavam esticados. E, numa dessas vezes, a freira, além de falar, bateu em seus dedos &#8220;curvos, tem que ser curvos&#8230;&#8221;  Ela parou de tocar e as lágrimas não paravam de cair&#8230;.Toca, anda&#8230;.Nada&#8230;.Toca, estou mandando&#8230;.Nada&#8230; Ela estava com muita raiva&#8230;.Resumindo , a freira tirou todos os quadros de honra, todas as medalhas e o mais triste de tudo, tirou sua participação na festa anual&#8230;<br />
Sua avó foi vê-la (não havia como avisar) e nada viu. E nunca viu sua neta tocar piano. Morreu no ano seguinte.<br />
As irmãs ainda voltaram ao Colégio por mais dois anos. Depois disso, passaram a viver uma nova realidade junto com sua mãe e irmãos. Mais tarde, todas começaram a trabalhar para ajudar em casa. Nunca mais houve piano.<br />
Já casada, seu marido sabendo do trauma que ela havia passado quando criança, comprou um piano . Quando sentou para dedilhar as teclas, tudo que havia passado naquele momento de sua frustração, voltou com uma força enorme e novamente, lembrando de sua avó, as lágrimas não paravam de cair. E não só as lágrimas&#8230;Reviveu aquele momento, as emoções, a raiva reprimida, a impossibilidade, o nunca mais&#8230;<br />
E, apesar de ter um piano, não conseguia voltar a ter o gosto para aprender novamente&#8230; Seu coração estava endurecido de mágoas, de ressentimentos, de dor pela injustiça&#8230; Gostava de se  ficar imaginando tocando para sua avó e quando tentava lembrar de alguma música que já  havia tocado quando criança, nada acontecia até o dia em que, dedilhando, procurando sons conhecidos, aos poucos a música da partitura que sua avó havia mandado e que, na ocasião, ela tocava e muito bem, foi voltando &#8230;. e seu coração foi ficando mais leve e todo seu ressentimento e sua mágoa foram desaparecendo á proporção que a música voltava à sua memória e aos seus dedos&#8230;Foram mais de 50 anos sem tocar, mas ela nunca esqueceu, e quando pode tocar ela toda foi como se voltasse no tempo e estivesse tocando para que sua avó pudesse ouvi-la&#8230;<br />
&#8220;É indispensável limpar com uma vassoura de Luz todo e qualquer resquício de ressentimento, o pó do ódio ou as manchas da raiva”.<br />
A criança não tem o entendimento de um adulto&#8230;ela sente, sofre, ri, ama, tem raiva&#8230;ela é uma força da natureza onde os instintos ainda são muito fortes, inclusive o da sobrevivência por isso acho que muito do que a criança sente, seja bom ou seja mau, fica latente e uma bela hora, por conta de algum acontecimento importante ou por conta de sabedoria ou vivências adquiridas com o tempo, ela pode absorver o bom e transcender o mau ou não. É quando acontece o que aconteceu com Yoskhaz. Passou muito tempo convivendo com suas mágoas e ressentimentos , tipo uma bomba prestes a explodir e só quando uma pequena frase “É necessário, de tempos em tempos, esvaziar as gavetas do coração”,  serviu de gatilho para abrir suas comportas, aconteceu a catarse&#8230;<br />
Como nada no Caminho da Luz é fácil e enquanto andarilhos iniciantes tudo assume uma proporção maior, também lidar com sentimentos negativos como mágoas ou positivos como perdão e amor é confuso porque como disse o Velho, é preciso exercitar a magia da renovação todos os dias e para sempre&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vanessa		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/lei-da-renovacao/#comment-435</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vanessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 21:32:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Obrigada. 
Seu texto como sempre me toca a alma.  A gente pensa que perdoou mas quando lembra das ofensas ainda chora. Tenho vergonha de não saber perdoar 100%. Não desejo mal aos que  me feriram pois sei tbm que os feri de alguma forma.  Mas, hoje acredito que toda esta história de perdão deve ser entregue nas mãos se Deus/Universo para que se complete a cura onde eu não posso chegar e entender - tanto em mim como nos demais participantes da minha estrada. Não tenho rancor mas, as minhas forças se exauriram para algumas escolhas em meu benefício. Renovar é preciso até para ganhar impulso e continuar em uma estrada que pode me trazer mais, pois o meu ciclo de aprendizado pela estrada que eu vim já me deu todos os seus presentes, já se encerrou. Já me ensinou a amar. E sobre amar, eu necessito aprender mais,  agora em outros caminhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada.<br />
Seu texto como sempre me toca a alma.  A gente pensa que perdoou mas quando lembra das ofensas ainda chora. Tenho vergonha de não saber perdoar 100%. Não desejo mal aos que  me feriram pois sei tbm que os feri de alguma forma.  Mas, hoje acredito que toda esta história de perdão deve ser entregue nas mãos se Deus/Universo para que se complete a cura onde eu não posso chegar e entender &#8211; tanto em mim como nos demais participantes da minha estrada. Não tenho rancor mas, as minhas forças se exauriram para algumas escolhas em meu benefício. Renovar é preciso até para ganhar impulso e continuar em uma estrada que pode me trazer mais, pois o meu ciclo de aprendizado pela estrada que eu vim já me deu todos os seus presentes, já se encerrou. Já me ensinou a amar. E sobre amar, eu necessito aprender mais,  agora em outros caminhos.</p>
]]></content:encoded>
		
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