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	Comentários sobre: Eu e o outro	</title>
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		<title>
		Por: Hélio Dauto Proença		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-635</link>

		<dc:creator><![CDATA[Hélio Dauto Proença]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2017 23:46:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom...
Realmente é muito sutil a linha que divide entre  acolher o outro e aprisioná-lo, mais com certeza a gente só aprende praticando, ai como diz os mestres devemos escolher o caminho do meio...
Ver as necessidades reais daqueles que cruzam nosso caminho, trata los com amor, compaixão, e ensina los a caminhar com as próprias escolhas...
Assim todos crescemos!
Paz e Luz]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom&#8230;<br />
Realmente é muito sutil a linha que divide entre  acolher o outro e aprisioná-lo, mais com certeza a gente só aprende praticando, ai como diz os mestres devemos escolher o caminho do meio&#8230;<br />
Ver as necessidades reais daqueles que cruzam nosso caminho, trata los com amor, compaixão, e ensina los a caminhar com as próprias escolhas&#8230;<br />
Assim todos crescemos!<br />
Paz e Luz</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Yoskhaz		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-634</link>

		<dc:creator><![CDATA[Yoskhaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 15:02:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://yoskhaz.com/?p=897#comment-634</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-633&quot;&gt;Yoskhaz&lt;/a&gt;.

Pronto, Carla!! Já está no site.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-633">Yoskhaz</a>.</p>
<p>Pronto, Carla!! Já está no site.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Yoskhaz		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-633</link>

		<dc:creator><![CDATA[Yoskhaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 14:21:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://yoskhaz.com/?p=897#comment-633</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-632&quot;&gt;Carla&lt;/a&gt;.

Carla, tivemos um probleminha na produção do áudio. Ele será inserido no site hoje no final da tarde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-632">Carla</a>.</p>
<p>Carla, tivemos um probleminha na produção do áudio. Ele será inserido no site hoje no final da tarde.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carla		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-632</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carla]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Oct 2016 11:47:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá!
Não localizei o áudio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!<br />
Não localizei o áudio.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nelson furlan		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-631</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nelson furlan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Oct 2016 09:55:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Liçao.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Liçao.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Koishima		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-630</link>

		<dc:creator><![CDATA[Koishima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2016 11:31:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com certeza, ao som de um bom jazz, lendo imaginei e viajei junto, como se eu estivesse ao vossos lados.. Refleti que nunca conseguirei ficar solitario.. Sempre precisarei das pessoas para que eu possa aux. E ao passar dos tempos, como fui sempre me dando bem em aux as pessoas em decisões pessoais, comecei a ter essa clareza de que não sou responsavel pela vida delas, as escolhas que elas tomam, eu não posso tomar para mim tbm, e lendo isso, confirmei e sinto que estou no caminho certo, meu caro monge! Namaste.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com certeza, ao som de um bom jazz, lendo imaginei e viajei junto, como se eu estivesse ao vossos lados.. Refleti que nunca conseguirei ficar solitario.. Sempre precisarei das pessoas para que eu possa aux. E ao passar dos tempos, como fui sempre me dando bem em aux as pessoas em decisões pessoais, comecei a ter essa clareza de que não sou responsavel pela vida delas, as escolhas que elas tomam, eu não posso tomar para mim tbm, e lendo isso, confirmei e sinto que estou no caminho certo, meu caro monge! Namaste.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vanessa		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-629</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vanessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 02:49:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tim tim! Belo brinde!

&quot;...a responsabilidade é o perfeito equilíbrio entre a independência e a solidariedade...&quot;

Obrigada pelas sábias e generosas palavras!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tim tim! Belo brinde!</p>
<p>&#8220;&#8230;a responsabilidade é o perfeito equilíbrio entre a independência e a solidariedade&#8230;&#8221;</p>
<p>Obrigada pelas sábias e generosas palavras!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Christina Mariz de Lyra Caravello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-628</link>

		<dc:creator><![CDATA[Christina Mariz de Lyra Caravello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 02:20:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://yoskhaz.com/?p=897#comment-628</guid>

					<description><![CDATA[“Sempre temos que fazer escolhas, afinal esta é a única maneira de aperfeiçoarmos o espírito. Nossas escolhas nos definem e o convívio social é onde residem as grandes provas. Até aonde devo ir para atender o outro e qual o ponto em que devo parar para cuidar de mim é uma questão que sempre trouxe questionamentos e conflitos emocionais”...

De uma certa forma, foi o que aconteceu com minha tia Marilda. Ela era uma pessoa  moderna, não ficava satisfeita com o pré-estabelecido...gostava de  argumentar, de defender seus pontos de vista, queria saber sempre  os vários lados de uma mesma questão.

Já casada e com filhos, quis voltar a estudar, um de seus sonhos que até então não conseguira realizar. Já não estudava há mais de trinta anos. Matriculou-se num curso de professores particulares apenas para aprender matemática, física e química. E passou em todas as matérias. Com seu diploma de segundo grau, resolveu fazer vestibular, só para ver como era. Passou, para Turismo. E seu marido fez questão que cursasse. Foram quatro anos de sonho, de encantamento. Estagiou por 6 meses e depois foi aproveitada pela direção do Rio Centro. Como não tinha feito concurso ela,e todos os outros na mesma situação,  tiveram que sair.

No ano seguinte, dedicou-se a dar infraestrutura para sua filha casada que, morando no R.G. do Sul, estava esperando o segundo filho.  Ela teve a criança no R.Janeiro e  depois de quatro meses tia Marilda voltou com ela para ajudar a estabelecer uma rotina doméstica .

Quando retornou, resolveu estudar para um concurso. E seu marido teve que operar um 
câncer nas cordas vocais e, depois da  convalescença, resolveu que queria conhecer a casa de sua filha, cujo marido havia sido transferido para Fortaleza. Tia Marilda estava na expectativa da saída do Edital com a data para as provas. Mas ele não quis esperar e assim ela viajou com ele.

Ele não era um homem egoísta. Sempre deu a maior força para tudo que a mulher quisesse fazer. Mas a voz prejudicada pela operação nas cordas vocais e o aumento do consumo de bebida estavam, aos poucos, modificando sua personalidade. 

A partir daí, tudo foi piorando por causa da bebida. Por três vezes quis se separar porque a situação  estava cada vez mais  difícil e de cada vez, ele prometia e deixava de beber. Mas a doença era mais forte e minha tia sofria por ele, por ela e pelos filhos, principalmente porque ele estava se transformando em outra pessoa.  

“Entender a diferença entre culpa e responsabilidade é primordial. A culpa é uma poderosa sombra que aprisiona ambas as partes em relação doentia que transforma afeto em vício e, portanto, deve ser iluminada para se transformar em responsabilidade. A responsabilidade é o perfeito equilíbrio entre a independência e a solidariedade que deve existir em todos os convívios, na clareza da percepção do andarilho em sentir a beleza de compartilhar e a necessidade do outro em se esforçar para aprender e se transformar. A responsabilidade engrandece e liberta. Só, então, poderemos seguir. Cada qual ao seu tempo”.

Em determinado momento, ela entendeu que ele precisava dela, ninguém da família tinha condições de se responsabilizar por ele que, na melhor das hipóteses, teria sido internado em alguma clínica.  Escolheu a responsabilidade à culpa, que transforma afeto em vício. Ele já não tinha condições nem físicas nem mentais para aprender e se transformar.

Tia Marilda abriu mão de muitas coisas, de muitos sonhos para se dedicar a seu marido e nunca reclamou nem se queixou disso enquanto ele viveu. E ele teve toda assistência médica, hospitalar e teve o mais importante, o carinho  dela e de seus filhos.

Portanto, nem sempre a ajuda que queremos e podemos dar é da forma tecnicamente desejável. Mas é a mais humana,

&quot;A maneira como convivemos com tudo e com todos é que permite a exata medida do que somos e em qual estação do Caminho estamos. Sem o outro não podemos exercitar o que temos de melhor; logo, não conseguiremos evoluir. Sem o outro não conseguiremos sair do lugar. Isto nos torna necessariamente solidários”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Sempre temos que fazer escolhas, afinal esta é a única maneira de aperfeiçoarmos o espírito. Nossas escolhas nos definem e o convívio social é onde residem as grandes provas. Até aonde devo ir para atender o outro e qual o ponto em que devo parar para cuidar de mim é uma questão que sempre trouxe questionamentos e conflitos emocionais”&#8230;</p>
<p>De uma certa forma, foi o que aconteceu com minha tia Marilda. Ela era uma pessoa  moderna, não ficava satisfeita com o pré-estabelecido&#8230;gostava de  argumentar, de defender seus pontos de vista, queria saber sempre  os vários lados de uma mesma questão.</p>
<p>Já casada e com filhos, quis voltar a estudar, um de seus sonhos que até então não conseguira realizar. Já não estudava há mais de trinta anos. Matriculou-se num curso de professores particulares apenas para aprender matemática, física e química. E passou em todas as matérias. Com seu diploma de segundo grau, resolveu fazer vestibular, só para ver como era. Passou, para Turismo. E seu marido fez questão que cursasse. Foram quatro anos de sonho, de encantamento. Estagiou por 6 meses e depois foi aproveitada pela direção do Rio Centro. Como não tinha feito concurso ela,e todos os outros na mesma situação,  tiveram que sair.</p>
<p>No ano seguinte, dedicou-se a dar infraestrutura para sua filha casada que, morando no R.G. do Sul, estava esperando o segundo filho.  Ela teve a criança no R.Janeiro e  depois de quatro meses tia Marilda voltou com ela para ajudar a estabelecer uma rotina doméstica .</p>
<p>Quando retornou, resolveu estudar para um concurso. E seu marido teve que operar um<br />
câncer nas cordas vocais e, depois da  convalescença, resolveu que queria conhecer a casa de sua filha, cujo marido havia sido transferido para Fortaleza. Tia Marilda estava na expectativa da saída do Edital com a data para as provas. Mas ele não quis esperar e assim ela viajou com ele.</p>
<p>Ele não era um homem egoísta. Sempre deu a maior força para tudo que a mulher quisesse fazer. Mas a voz prejudicada pela operação nas cordas vocais e o aumento do consumo de bebida estavam, aos poucos, modificando sua personalidade. </p>
<p>A partir daí, tudo foi piorando por causa da bebida. Por três vezes quis se separar porque a situação  estava cada vez mais  difícil e de cada vez, ele prometia e deixava de beber. Mas a doença era mais forte e minha tia sofria por ele, por ela e pelos filhos, principalmente porque ele estava se transformando em outra pessoa.  </p>
<p>“Entender a diferença entre culpa e responsabilidade é primordial. A culpa é uma poderosa sombra que aprisiona ambas as partes em relação doentia que transforma afeto em vício e, portanto, deve ser iluminada para se transformar em responsabilidade. A responsabilidade é o perfeito equilíbrio entre a independência e a solidariedade que deve existir em todos os convívios, na clareza da percepção do andarilho em sentir a beleza de compartilhar e a necessidade do outro em se esforçar para aprender e se transformar. A responsabilidade engrandece e liberta. Só, então, poderemos seguir. Cada qual ao seu tempo”.</p>
<p>Em determinado momento, ela entendeu que ele precisava dela, ninguém da família tinha condições de se responsabilizar por ele que, na melhor das hipóteses, teria sido internado em alguma clínica.  Escolheu a responsabilidade à culpa, que transforma afeto em vício. Ele já não tinha condições nem físicas nem mentais para aprender e se transformar.</p>
<p>Tia Marilda abriu mão de muitas coisas, de muitos sonhos para se dedicar a seu marido e nunca reclamou nem se queixou disso enquanto ele viveu. E ele teve toda assistência médica, hospitalar e teve o mais importante, o carinho  dela e de seus filhos.</p>
<p>Portanto, nem sempre a ajuda que queremos e podemos dar é da forma tecnicamente desejável. Mas é a mais humana,</p>
<p>&#8220;A maneira como convivemos com tudo e com todos é que permite a exata medida do que somos e em qual estação do Caminho estamos. Sem o outro não podemos exercitar o que temos de melhor; logo, não conseguiremos evoluir. Sem o outro não conseguiremos sair do lugar. Isto nos torna necessariamente solidários”.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Caroline		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-627</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caroline]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jun 2016 01:52:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[S2!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>S2!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Sandra		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/eu-e-o-outro/#comment-626</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2016 23:22:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como sempre...amei e guardarei o melhor dentro de mim para poder repassar no momento oportuno ao outro!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre&#8230;amei e guardarei o melhor dentro de mim para poder repassar no momento oportuno ao outro!</p>
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