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	Comentários sobre: Dançando com a saudade.	</title>
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		<title>
		Por: Rosemeire Carvalho De Oliveira Rocha		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rosemeire Carvalho De Oliveira Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 00:34:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Amei. Quanta sabedoria. Gratidão pelo texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amei. Quanta sabedoria. Gratidão pelo texto.</p>
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		<title>
		Por: Ivan Duarte de Moraes		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/dancando-com-a-saudade/#comment-450</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ivan Duarte de Moraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2016 22:23:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Difícil emitir qualquer comentário, quando tudo já foi dito. Quanta sabedoria, quanta lucidez, quanta emoção me foram transmitidas com estas crônicas. Aprendi em alguns minutos o que talvez a vida nunca tenha me ensinado. 

Estou feliz pela oportunidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Difícil emitir qualquer comentário, quando tudo já foi dito. Quanta sabedoria, quanta lucidez, quanta emoção me foram transmitidas com estas crônicas. Aprendi em alguns minutos o que talvez a vida nunca tenha me ensinado. </p>
<p>Estou feliz pela oportunidade.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marly Martins		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/dancando-com-a-saudade/#comment-449</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marly Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2016 16:34:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito esclarecedora suas mensagens...amo amo!♡♡♡]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito esclarecedora suas mensagens&#8230;amo amo!♡♡♡</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Marcelo Braga		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/dancando-com-a-saudade/#comment-448</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marcelo Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2016 01:19:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns, pela poder da norma didática que tens de ensinar a quem quer tentar aprender de forma bem prática. Grato!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, pela poder da norma didática que tens de ensinar a quem quer tentar aprender de forma bem prática. Grato!</p>
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		<title>
		Por: Sandra		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/dancando-com-a-saudade/#comment-447</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sandra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 10:52:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gratidão!  Maravilhoso .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gratidão!  Maravilhoso .</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Christina Mariz de Lyra Caravello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/dancando-com-a-saudade/#comment-446</link>

		<dc:creator><![CDATA[Christina Mariz de Lyra Caravello]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2016 00:47:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lendo esse texto, tantas passagens de minha vida me vêm à lembrança...! O ser idosa, carrega essa bagagem...nunca estamos sozinhas...o mais importante, contudo, é aprender a decodificar de maneira correta o significado das experiências vividas... E, na verdade, nem sempre temos a sabedoria necessária...
Eu tinha sete anos quando fui apresentada a morte...não precisamente a morte mas as consequências dela...a morte de meu pai e as mudanças ocorridas em nossas vidas...Não lembro de haver respirado um ambiente pesado, de sentir minha mãe acabada...era ou teve que ser prática, racional...Ela tinha um lado insondável que, infelizmente, não pude conhecer, não deu tempo...não era uma mulher doce, mas sinto que sou muito parecida com ela....Não fiquei abalada com a morte de meu pai...ele não era um homem carinhoso..não havia ainda criado vínculos com ele. Por ouvir falar, admiro o excelente profissional que foi e nossas vidas, com certeza, teriam sido diferentes... 
A segunda morte foi a de minha avó. Era uma mulher nascida em 1882. Teve  mucama...sabia bordar...gostava de música clássica...e de repente, aos 18 anos casou-se e foi morar no sertão do R.G.do Norte para acompanhar o marido engenheiro...teve nove filhos...aprendeu a atirar para se defender de cangaceiros e de cobras...aprendeu a fazer de tudo dentro de uma casa...Desde cedo, porque ela em dado momento foi morar conosco, passei a admirar a mulher que enfrentou tantos desafios, mas que nunca deixou morrer o lado belo de sua formação....Morreu em uma de nossas saídas semanais do colégio interno .Logo depois de nossa chegada... Ela também não era uma mulher doce, mas era quem nos educava, quem nos levava aos lugares que tínhamos que ir, quem administrava a casa e quem todos os dias eu via numa  cadeira de balanço ouvindo suas músicas naqueles rádios enormes de antigamente. Sinto saudades do que ela representou em nossas vidas, do legado de altivez, de determinação e do lado artístico.
A terceira, foi a de minha mãe. Era uma pessoa muito saudável...tinha asma, só. Trabalhou fora até se internar para exames . Um ano antes, em sua primeira operação, acharam um caroço mínimo em sua vesícula. Um ano depois, foi pesquisar uma icterícia. Fiquei os últimos 21 dias de sua vida, ao seu lado. Seja no Hospital, depois em minha casa  e no outro Hospital, onde operou um câncer generalizado e veio a falecer. Eu estava falando com ela. Teve três paradas cardíacas. Não lamentei sua morte... porque ela, apesar disso tudo, não estava sofrendo, mas iria durar muito pouco tempo mais..sofrendo. Sinto saudades da alegria, da gargalhada, de sua cantoria, do gosto pela leitura transmitido a todos os filhos.
A quarta, foi a de meu marido... Acabei nosso namoro várias vezes porque queria estudar e viajar, mas ele não desistiu até ouvir meu sim definitivo...Durante 10 anos éramos conhecidos como o casal mais feliz da família...depois uma imprevista e indesejada convidada entrou em nossas vidas...a bebida...mas essa é uma outra história não  muito bonita que durou muito tempo e culminou com os três últimos anos de entradas e saídas de hospitais, sofrimentos, paralisia, morte...Não lamentei a morte dele...muitas vezes desejei...era muito sofrimento dele e da família assistir a falência sucessiva dos muitos órgãos. Foi um homem muito querido por todos...era bom, em sua essência, e sei que é lembrado com muito carinho...
A quinta, a morte de minha irmã. Era introvertida, muito no mundo dela, o mundo da pintura e, durante um certo tempo, mais jovem, o mundo das excursões e escaladas...Mas, nos últimos anos, nos aproximamos pela linguagem em comum da arte. E, quando se internou com um câncer terminal, eu  sempre ficava um pouco com ela antes de ir para o outro hospital onde estava meu marido. Sinto saudades do que poderia ter sido nossa convivência.
De tudo que Loureiro falou ,  acho que minhas reações frente às mortes em minha família tem muito a ver com as idades, com os momentos ,com as personalidades dos que morreram e da maneira como morreram.
Nunca lamentei por muito tempo eles não estarem mais em nosso convívio...
Quando olhava seus corpos nos caixões, para mim eram como bonecos de cera...Há muito não estavam mais naqueles invólucros...
Minhas saudades não são dolorosas...na verdade, lembro apenas das boas lembranças...Não sei se, metaforicamente, danço com elas...
Mas meus filhos sabem do que desejo em meu velório...que todos escutem e entendam a música de Fernão Capello Gaivota... porque sei que vou me sentir como aquela gaivota...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo esse texto, tantas passagens de minha vida me vêm à lembrança&#8230;! O ser idosa, carrega essa bagagem&#8230;nunca estamos sozinhas&#8230;o mais importante, contudo, é aprender a decodificar de maneira correta o significado das experiências vividas&#8230; E, na verdade, nem sempre temos a sabedoria necessária&#8230;<br />
Eu tinha sete anos quando fui apresentada a morte&#8230;não precisamente a morte mas as consequências dela&#8230;a morte de meu pai e as mudanças ocorridas em nossas vidas&#8230;Não lembro de haver respirado um ambiente pesado, de sentir minha mãe acabada&#8230;era ou teve que ser prática, racional&#8230;Ela tinha um lado insondável que, infelizmente, não pude conhecer, não deu tempo&#8230;não era uma mulher doce, mas sinto que sou muito parecida com ela&#8230;.Não fiquei abalada com a morte de meu pai&#8230;ele não era um homem carinhoso..não havia ainda criado vínculos com ele. Por ouvir falar, admiro o excelente profissional que foi e nossas vidas, com certeza, teriam sido diferentes&#8230;<br />
A segunda morte foi a de minha avó. Era uma mulher nascida em 1882. Teve  mucama&#8230;sabia bordar&#8230;gostava de música clássica&#8230;e de repente, aos 18 anos casou-se e foi morar no sertão do R.G.do Norte para acompanhar o marido engenheiro&#8230;teve nove filhos&#8230;aprendeu a atirar para se defender de cangaceiros e de cobras&#8230;aprendeu a fazer de tudo dentro de uma casa&#8230;Desde cedo, porque ela em dado momento foi morar conosco, passei a admirar a mulher que enfrentou tantos desafios, mas que nunca deixou morrer o lado belo de sua formação&#8230;.Morreu em uma de nossas saídas semanais do colégio interno .Logo depois de nossa chegada&#8230; Ela também não era uma mulher doce, mas era quem nos educava, quem nos levava aos lugares que tínhamos que ir, quem administrava a casa e quem todos os dias eu via numa  cadeira de balanço ouvindo suas músicas naqueles rádios enormes de antigamente. Sinto saudades do que ela representou em nossas vidas, do legado de altivez, de determinação e do lado artístico.<br />
A terceira, foi a de minha mãe. Era uma pessoa muito saudável&#8230;tinha asma, só. Trabalhou fora até se internar para exames . Um ano antes, em sua primeira operação, acharam um caroço mínimo em sua vesícula. Um ano depois, foi pesquisar uma icterícia. Fiquei os últimos 21 dias de sua vida, ao seu lado. Seja no Hospital, depois em minha casa  e no outro Hospital, onde operou um câncer generalizado e veio a falecer. Eu estava falando com ela. Teve três paradas cardíacas. Não lamentei sua morte&#8230; porque ela, apesar disso tudo, não estava sofrendo, mas iria durar muito pouco tempo mais..sofrendo. Sinto saudades da alegria, da gargalhada, de sua cantoria, do gosto pela leitura transmitido a todos os filhos.<br />
A quarta, foi a de meu marido&#8230; Acabei nosso namoro várias vezes porque queria estudar e viajar, mas ele não desistiu até ouvir meu sim definitivo&#8230;Durante 10 anos éramos conhecidos como o casal mais feliz da família&#8230;depois uma imprevista e indesejada convidada entrou em nossas vidas&#8230;a bebida&#8230;mas essa é uma outra história não  muito bonita que durou muito tempo e culminou com os três últimos anos de entradas e saídas de hospitais, sofrimentos, paralisia, morte&#8230;Não lamentei a morte dele&#8230;muitas vezes desejei&#8230;era muito sofrimento dele e da família assistir a falência sucessiva dos muitos órgãos. Foi um homem muito querido por todos&#8230;era bom, em sua essência, e sei que é lembrado com muito carinho&#8230;<br />
A quinta, a morte de minha irmã. Era introvertida, muito no mundo dela, o mundo da pintura e, durante um certo tempo, mais jovem, o mundo das excursões e escaladas&#8230;Mas, nos últimos anos, nos aproximamos pela linguagem em comum da arte. E, quando se internou com um câncer terminal, eu  sempre ficava um pouco com ela antes de ir para o outro hospital onde estava meu marido. Sinto saudades do que poderia ter sido nossa convivência.<br />
De tudo que Loureiro falou ,  acho que minhas reações frente às mortes em minha família tem muito a ver com as idades, com os momentos ,com as personalidades dos que morreram e da maneira como morreram.<br />
Nunca lamentei por muito tempo eles não estarem mais em nosso convívio&#8230;<br />
Quando olhava seus corpos nos caixões, para mim eram como bonecos de cera&#8230;Há muito não estavam mais naqueles invólucros&#8230;<br />
Minhas saudades não são dolorosas&#8230;na verdade, lembro apenas das boas lembranças&#8230;Não sei se, metaforicamente, danço com elas&#8230;<br />
Mas meus filhos sabem do que desejo em meu velório&#8230;que todos escutem e entendam a música de Fernão Capello Gaivota&#8230; porque sei que vou me sentir como aquela gaivota&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Vanessa		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2016 23:20:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Obrigada!
&quot;Afinidade é inexorável e nos unirá infinitas vezes&quot;  .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada!<br />
&#8220;Afinidade é inexorável e nos unirá infinitas vezes&#8221;  .</p>
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