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	Comentários sobre: A face oculta do ciúme.	</title>
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		<title>
		Por: Luciana Carla Sabino		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-face-oculta-do-ciume/#comment-5054</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciana Carla Sabino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2022 17:07:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não estou conseguindo ouvir nenhum dos áudios:(]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não estou conseguindo ouvir nenhum dos áudios:(</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Silvia Maria Gomes		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-face-oculta-do-ciume/#comment-420</link>

		<dc:creator><![CDATA[Silvia Maria Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 May 2016 12:05:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lindo texto! Apesar de sabermos disso, o EGO fala mais alto, temos que domá-lo constantemente. e lermos textos assim nos coloca no eixo e tamémb nos dá asas....

Gratidão!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lindo texto! Apesar de sabermos disso, o EGO fala mais alto, temos que domá-lo constantemente. e lermos textos assim nos coloca no eixo e tamémb nos dá asas&#8230;.</p>
<p>Gratidão!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Toni Nelson dos Santos.		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-face-oculta-do-ciume/#comment-419</link>

		<dc:creator><![CDATA[Toni Nelson dos Santos.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2016 12:15:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lindo texto, me vi nele na situação da garota que é ciumenta por mais, 
Obrigado pelo texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lindo texto, me vi nele na situação da garota que é ciumenta por mais,<br />
Obrigado pelo texto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulinho Barcelos		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-face-oculta-do-ciume/#comment-418</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulinho Barcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2016 17:41:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Simplesmente Demais...Texto esclarecedor e de muito fácil entendimento.Só tenho a agradecer Yoskhaz por compartilhar de escritas tão verdadeiras e cheias de significado.
abraço!Tudo de muito bom!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Simplesmente Demais&#8230;Texto esclarecedor e de muito fácil entendimento.Só tenho a agradecer Yoskhaz por compartilhar de escritas tão verdadeiras e cheias de significado.<br />
abraço!Tudo de muito bom!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Andrea		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-face-oculta-do-ciume/#comment-417</link>

		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2016 18:01:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nossa! Muito bom!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa! Muito bom!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Christina Mariz de Lyra Caravello		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-ii/a-face-oculta-do-ciume/#comment-416</link>

		<dc:creator><![CDATA[Christina Mariz de Lyra Caravello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2016 16:50:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Boa tarde,Yoskhaz
Esse assunto é muito complexo porque envolve diferenças de idades, de educação, de temperamentos, de conveniências, de níveis de espiritualidade e até épocas, com suas convenções...
Concordo  que &quot;A sabedoria consiste em construirmos a felicidade dentro de nós, sozinhos, independente de qualquer coisa, situação ou pessoa...&quot;  Mas, se apenas isso , ou tudo isso bastasse,  não estaríamos receptivos ao amor ..seríamos seres felizes . 
Mas será que completos? Então porque ouvimos o canto da sereia? Essa vibração diferente a agitar nosso mundinho tão perfeito? O bater descompassado de nosso coração?
No relacionamento, com a convivência, afloram as diferenças e, embora  possa haver muito amor, esse sentimento não é sábio, não é racional, não vem com nenhuma cartilha agregada, nenhum regulamento  porque é emocional,  e, assim como nós, a relação tem que ser construída a dois, aparando arestas, transigindo, perdoando e, como escreveu Kalil Gibran, tentando com que os dois olhem não um para o outro mas os dois na mesma direção.
E como somos seres sociais, interagimos com outras pessoas, com outras situações... Em nossa relação, nossos sentimentos têm que estar muito solidificados, nossa cumplicidade  muito verdadeira...e, em assim sendo, podemos transitar felizes em meio as diferenças...
Mas não é bem assim...O ciúme independe da razão, da sabedoria e tem tantas variantes...
Nelson Rodrigues confessou &quot;Perdoa-me por me traíres...&quot; No Nordeste, principalmente, em época mais ou menos recente,  uma grande maioria de homens casados tinha sua teúda e manteúda...Tenho vários exemplos familiares e as mulheres sabiam ...na balança  só pesava o que era mais conveniente, aceitar ou não, e sempre aceitavam. Cultura da época...
Uma de minhas irmãs quando questionada como reagiria se ficasse sabendo de uma possível traição do marido,  ignoraria, porque a primeira dama sempre seria ela...
Outra, dependendo de como teria sido o pular da cerca, perdoaria...
Eu, ainda noiva, muito docemente (embora não seja doce) preveni: se houver traição, só vai haver uma e, dependendo de como seria, daria o troco (para que ele sentisse o que eu sentiria) e depois iria cada um  para seu lado...Ninguém é obrigado a ficar com ninguém...
Penso assim, porque a partir de uma relação trabalhada, de um amor alimentado, da certeza de que &quot;tudo vale a pena se a alma não é pequena&quot; compartilhados por ambos, tinha ciúme de nosso casamento e de qualquer coisa que pudesse modificar nosso relacionamento....
A meu ver, não era um sentimento de posse porque o companheiro também compactuava do que havíamos construído juntos...
Portanto, eu que sou um ser em construção, não tinha e não sei se ainda não tenho (preciso ser testada) esse desprendimento todo em relação a sentimentos e, para ser honesta, devo dizer que sinto ciúmes sim, em suas muitas variantes. ora apenas sentimentais, ora  leves, ora passionais...
Mas, como disse uma vez um amigo, a discussão desse tema ainda dá muito pano para mangas..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde,Yoskhaz<br />
Esse assunto é muito complexo porque envolve diferenças de idades, de educação, de temperamentos, de conveniências, de níveis de espiritualidade e até épocas, com suas convenções&#8230;<br />
Concordo  que &#8220;A sabedoria consiste em construirmos a felicidade dentro de nós, sozinhos, independente de qualquer coisa, situação ou pessoa&#8230;&#8221;  Mas, se apenas isso , ou tudo isso bastasse,  não estaríamos receptivos ao amor ..seríamos seres felizes .<br />
Mas será que completos? Então porque ouvimos o canto da sereia? Essa vibração diferente a agitar nosso mundinho tão perfeito? O bater descompassado de nosso coração?<br />
No relacionamento, com a convivência, afloram as diferenças e, embora  possa haver muito amor, esse sentimento não é sábio, não é racional, não vem com nenhuma cartilha agregada, nenhum regulamento  porque é emocional,  e, assim como nós, a relação tem que ser construída a dois, aparando arestas, transigindo, perdoando e, como escreveu Kalil Gibran, tentando com que os dois olhem não um para o outro mas os dois na mesma direção.<br />
E como somos seres sociais, interagimos com outras pessoas, com outras situações&#8230; Em nossa relação, nossos sentimentos têm que estar muito solidificados, nossa cumplicidade  muito verdadeira&#8230;e, em assim sendo, podemos transitar felizes em meio as diferenças&#8230;<br />
Mas não é bem assim&#8230;O ciúme independe da razão, da sabedoria e tem tantas variantes&#8230;<br />
Nelson Rodrigues confessou &#8220;Perdoa-me por me traíres&#8230;&#8221; No Nordeste, principalmente, em época mais ou menos recente,  uma grande maioria de homens casados tinha sua teúda e manteúda&#8230;Tenho vários exemplos familiares e as mulheres sabiam &#8230;na balança  só pesava o que era mais conveniente, aceitar ou não, e sempre aceitavam. Cultura da época&#8230;<br />
Uma de minhas irmãs quando questionada como reagiria se ficasse sabendo de uma possível traição do marido,  ignoraria, porque a primeira dama sempre seria ela&#8230;<br />
Outra, dependendo de como teria sido o pular da cerca, perdoaria&#8230;<br />
Eu, ainda noiva, muito docemente (embora não seja doce) preveni: se houver traição, só vai haver uma e, dependendo de como seria, daria o troco (para que ele sentisse o que eu sentiria) e depois iria cada um  para seu lado&#8230;Ninguém é obrigado a ficar com ninguém&#8230;<br />
Penso assim, porque a partir de uma relação trabalhada, de um amor alimentado, da certeza de que &#8220;tudo vale a pena se a alma não é pequena&#8221; compartilhados por ambos, tinha ciúme de nosso casamento e de qualquer coisa que pudesse modificar nosso relacionamento&#8230;.<br />
A meu ver, não era um sentimento de posse porque o companheiro também compactuava do que havíamos construído juntos&#8230;<br />
Portanto, eu que sou um ser em construção, não tinha e não sei se ainda não tenho (preciso ser testada) esse desprendimento todo em relação a sentimentos e, para ser honesta, devo dizer que sinto ciúmes sim, em suas muitas variantes. ora apenas sentimentais, ora  leves, ora passionais&#8230;<br />
Mas, como disse uma vez um amigo, a discussão desse tema ainda dá muito pano para mangas..</p>
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