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	Comentários sobre: Ninguém sofre por amor.	</title>
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		Por: Vagner		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vagner]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2016 13:46:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Show de texto! Grato.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Show de texto! Grato.</p>
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		Por: Hosting		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hosting]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 15:17:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hoje decidi que nao vou sofrer,que nao vou chorar e ate deixar de amar,mais so por hoje,amanha eu fico triste e amo novamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje decidi que nao vou sofrer,que nao vou chorar e ate deixar de amar,mais so por hoje,amanha eu fico triste e amo novamente.</p>
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		Por: Vanessa		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2016 09:04:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Atemporal o seu texto (não o li em novembro mas li durante esta semana e hoje no Facebook). Afinidade de novo!!! Você acende a luz no meu caminho.  Catalisa a minha &quot;reação&quot; . Me dá forças. Minha alma está  em sintonia plena contigo.  Obrigada pelas suas palavras sempre generosas e amorosas.  Sempre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atemporal o seu texto (não o li em novembro mas li durante esta semana e hoje no Facebook). Afinidade de novo!!! Você acende a luz no meu caminho.  Catalisa a minha &#8220;reação&#8221; . Me dá forças. Minha alma está  em sintonia plena contigo.  Obrigada pelas suas palavras sempre generosas e amorosas.  Sempre.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Ana Maria		</title>
		<link>https://institutoyoskhaz.com/manuscritos-i/ninguem-sofre-por-amor/#comment-371</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 10:44:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Amar é...
Loureiro era um afortunado, sem dúvida. Tinha atingido aquele nível de consciência que permite separar as emoções, conhecer-lhes as predileções, as nuances, os sintomas. 
Era um afortunado também por ter aquele tipo de brilho que agrega, ilumina, ajuda a todos aqueles que vagam pelo universo das emoções sem entendê-las.
É fato que não há como entender emoções mesmo. Há que senti-las. Todas. Feias ou bonitas, boas ou ruins, todas são necessárias à convivência, que é sempre, invariavelmente, relacional. Construímos a nossa personalidade, nosso aprendizado emocional, na relação com o outro. O outro é sempre a medida de nós mesmos.
Mas como Loureiro chegou a tal grau de evolução? Pergunta interessante. Nível de consciência, ele diz. Como uma cebola, os níveis de consciência se sobrepõem. Mas como ocorre tal fenômeno?
A resposta é simples: como a sobrinha de Loureiro que o procurou presa ainda em sua própria dor, sem entendê-la e sem conseguir o desprendimento necessário para entender a separação, cada um de nós, na busca pela felicidade, precisa mergulhar em e viver a dor como parte essencial do aprendizado.
Loureiro não diz, mas sofreu por amor quando jovem. Experimentou todas as emoções que consideramos menores: ciúme, inveja, ressentimentos... e só na vivência plena dessas emoções conseguiu evoluir para um nível de consciência que o permite ter distanciamento para saber que uma mão fechada não prende um pássaro, mas o mata.
Há,entretanto, pessoas que não conseguem tansitar pelos níveis de consciência; ficam presas em redes invisíveis que não as permitem sair da armadilha de determinadas formas de sentir. Como mudar isso? Apenas elas podem... e esse é um aprendizado mais difícil para cada um de nós. Reconhecer que a evolução emocional do outro não é obrigatória. Pode ocorrer ou não, de acordo com a vivência e a capacidade emocional de cada um.
O segredo é a ternura para encarar cada pessoa. Olhar o mundo com olhos amorosos e reconhecer que cada ser humano é dotado de capacidade de amar, mas nem todos conseguem se libertar de amarras emocionais. 
Loureiro era um gentleman dotado de uma capacidade rara: aceitação amorosa das amarras emocionais do outro. Será ele tão generoso consigo próprio?????]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amar é&#8230;<br />
Loureiro era um afortunado, sem dúvida. Tinha atingido aquele nível de consciência que permite separar as emoções, conhecer-lhes as predileções, as nuances, os sintomas.<br />
Era um afortunado também por ter aquele tipo de brilho que agrega, ilumina, ajuda a todos aqueles que vagam pelo universo das emoções sem entendê-las.<br />
É fato que não há como entender emoções mesmo. Há que senti-las. Todas. Feias ou bonitas, boas ou ruins, todas são necessárias à convivência, que é sempre, invariavelmente, relacional. Construímos a nossa personalidade, nosso aprendizado emocional, na relação com o outro. O outro é sempre a medida de nós mesmos.<br />
Mas como Loureiro chegou a tal grau de evolução? Pergunta interessante. Nível de consciência, ele diz. Como uma cebola, os níveis de consciência se sobrepõem. Mas como ocorre tal fenômeno?<br />
A resposta é simples: como a sobrinha de Loureiro que o procurou presa ainda em sua própria dor, sem entendê-la e sem conseguir o desprendimento necessário para entender a separação, cada um de nós, na busca pela felicidade, precisa mergulhar em e viver a dor como parte essencial do aprendizado.<br />
Loureiro não diz, mas sofreu por amor quando jovem. Experimentou todas as emoções que consideramos menores: ciúme, inveja, ressentimentos&#8230; e só na vivência plena dessas emoções conseguiu evoluir para um nível de consciência que o permite ter distanciamento para saber que uma mão fechada não prende um pássaro, mas o mata.<br />
Há,entretanto, pessoas que não conseguem tansitar pelos níveis de consciência; ficam presas em redes invisíveis que não as permitem sair da armadilha de determinadas formas de sentir. Como mudar isso? Apenas elas podem&#8230; e esse é um aprendizado mais difícil para cada um de nós. Reconhecer que a evolução emocional do outro não é obrigatória. Pode ocorrer ou não, de acordo com a vivência e a capacidade emocional de cada um.<br />
O segredo é a ternura para encarar cada pessoa. Olhar o mundo com olhos amorosos e reconhecer que cada ser humano é dotado de capacidade de amar, mas nem todos conseguem se libertar de amarras emocionais.<br />
Loureiro era um gentleman dotado de uma capacidade rara: aceitação amorosa das amarras emocionais do outro. Será ele tão generoso consigo próprio?????</p>
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